50 verdades sobre Hugo Chávez e a Revolução Bolivariana

Hugo Chávez, caricaturado pelos média ocidentais como um ditador louco, fez mais pelo seu povo do que qualquer marionette colocada no poder para servir os interesses das grandes empresas multinacionais.

Dúvidas? Basta ler os números das estatísticas:
1 – Desde a sua chegada ao poder em 1999, 16 eleições, 15 ganhas por Hugo Chávez.
2 – Todas as organizações internacionais foram unanimas em reconhecer a transparência dos escrutínios.
3 – James Carter, antigo presidente dos USA, declaro o sistema eleitoral da Venezuela como “o melhor do mundo”.
4 – Campanhas de alfabetização permitiram que 1,5 milhões de venezuelanos aprendessem a ler e escrever.
5 – A UNESCO, em 2005, decretou o anafebetismo erradicado na Venezuela.
6 – O número de crianças escolarizadas passou de 6 milhões em 1998 para 13 milhões em 2011, a taxa de escolarização é agora de 93,2%.
7 – A taxa de escolarização no ensino secundário passou de 53,6% em 2000 para 73,3% em 2011.
8 – A criação de novas universidades permitiu que os estudantes universitários passasse de 895 000 em 2000 para 2,3 milhões.
9 – A criação de um serviço nacional de saúde publico garante o seu acesso gratuito, entre 2005 e 2012 foram criados 7 873 centros médicos.
10 – O número de médicos passou de 20 por 100 000 habitantes para 80 para 100 000 habitantes, ou seja um aumento de 400%.
11 – Em 1998 menos de 3 milhões de pessoas tinha acesso aos cuidados médicos, em 2010 eram 17 milhões.
12 – A taxa de mortalidade infantil passou de 19 por 1 000 para 10 por 1 000, ou seja uma redução de 49%.
13 – A esperança média de vida passou de 72,2 anos em 1999 para 74,3 anos em 2011.
14 – Durantes o período de governação de Chávez 1,5 milhões de venezuelanos foram operados a cataratas e outra enfermidades oculares tendo recuperado a visão.
15 – Entre 1999 e 2011 a taxa de pobreza passou de 42,8% para 26,5% e a taxa de pobreza extrema de 16,6% para 7%.
16 – No Índice de Desenvolvimento Humano, a Venezuela passou do lugar 83 em 2000 para 73 em 2011.
17 – O coeficiente GINI que mede a desigualdade num país (sendo 0 a igualdade absoluta de riqueza entre todos) passou de 0,46 em 1999 para 0,39 em 2011.
18 – O coeficiente GINI é o mais baixo da América Latina, logo o país com menos desigualdade.
19 – A taxa de desnutrição infantil foi reduzida em 40% desde 1999.
20 – O acesso a água potável por parte da população passou de 82% em 1999 para 95% em 2011.
21 – Os gastos sociais aumentaram em 60%.
22 – As pessoas a receber pensões de reforma passaram de 387 000 em 1999 para 2,1 milhões.
23 – Desde 1999 foram construídas 700 000 novas habitações.
24 – Desde 1999 foram entregues mais de 1 milhão de hectares de terras aos povos aborígines do país.
25 – A reforma agrária permitiu a dezenas de milhares de agricultores serem donos das suas terra, tendo sido distribuídos mais de 3 milhões de hectares.
26 – Em 1999 a Venezuela produzia 51% dos alimentos que consumia, em 2012 essa produção é de 71%, apesar do aumento do consume de alimentos ter aumentado 81% durante esse período.
27 – A criação de uma cadeia de 22 000 armazéns de distribuição alimentar, com subvenção aos produto, permitiu um aumento em 50% da taxa de calorias consumidas.
28 – Em 1999 a alimentação escolar gratuita atingia 250 000 crianças, agora atinge 5 milhões de crianças.
29 – A taxa de desnutrição passou de 21% em 1998 para menos de 3% em 2012.
30 – Segundo a FAO, a Venezuela foi o país da América Latina que mais progrediu na erradicação da fome.
31 – A nacionalização da empresa petrolífera PDVSA em 2003 permitiu à Venezuela recuperar a sua soberania energética.
32 – A nacionalização dos sectores de electricidade e de telecomunicações permitiu por termo a situações de monopólio e universalizar o acesso a estes serviços.
33 – Desde 1999 foram criadas 50 000 cooperativas em todos os sectores da economia.
34 – A taxa de desemprego passou de 15,2% em 1998 para 6,4% em 2012.
35 – O salário mínimo passou de 100 bolívares (16 dólares) em 1998 para 247 bolívares (330 dólares) em 2012, ou seja um aumento de 2 000%, sendo o salário mínimo mais elevado da América Latina.
36 – Em 1999 65% da população ganhava o salário mínimo, em 2012 é de 21,1%.
37 – Os mais velhos que nunca trabalharam dispõem de uma proteção de ingresso equivalente a 60% do salário mínimo.
38 – As mulheres desprotegidas e os deficientes recebem uma ajuda equivalente a 60% do salário mínimo.
39 – O horário laboral foi reduzido para 6 horas diárias e 36 horas semanais, sem redução salarial.
40 – A dívida pública passou de 45% do PIB em 1998 para 20% em 2011, tendo pago por antecipação as suas dívidas ao FMI e ao banco mundial.
41 – A taxa de crescimento da Venezuela foi de 5,5% em 2012, uma das mais elevadas do mundo.
42 – O PIB por habitante passou de 4 100 dólares em 1999 para 10 810 dólares em 2011.
43 – Segundo o boletim anual da World Happiness de 2012, a Venezuela é o segundo país mais feliz da América Latina, atrás da Costa Rica, e 19º a nível mundial.
44 – A Venezuela oferece um apoio directo ao continente americano, tendo sido de 8 800 milhões de dólares em donativos em 2007.
45 – A Venezuela dispõe dos seus próprios satélites e é soberana do ponte de vista de tecnologia espacial, havendo internet e telecomunicações em todo o território.
46 – A criação da Petrocaribe em 2005 permite que 18 países da América Latina e Caraíbas adquirir petróleo subvencionado em 40% a 60%.
47 – A Venezuela ajuda as comunidades mais desfavorecidas dos Estados Unidos proporcionando combustível com tarifas subvencionadas.
48 – A criação da Alianza Bolivariana Para los Pueblos de nuestra América (ALBA) em 2004 permite entre esses países cooperação e reciprocidade com vista à luta contra a pobreza e exclusão social.
49 – Hugo Chávez está na origem da criação em 2011 da Comunidade de Estados Latino-americanos e Caraíbas que agrupa pela primeira vez os 33 países da região, emancipando-se assim da tutela dos Estados Unidos e do Canadá.
50 – Hugo Chávez desempenhou um papel fundamental no processo de paz na Colúmbia.
Orquesta Juvenil Simón Bolívar de Venezuela – BBC Proms 2007
Baseado no artigo de Salim Lamrani, publicado em

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