50 anos depois a USS/ CGTP-IN comemora essa vitória histórica dos trabalhadores Ribatejanos.

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Nova habilitação profissional: O Engraxanço e o Culambismo Português

Noto com desagrado que se tem desenvolvido muito em Portugal uma modalidade desportiva que julgara ter caído em desuso depois da revolução de Abril. Situa-se na área da ginástica corporal e envolve complexos exercícios contorcionistas em que cada jogador procura, por todos os meios ao seu alcance, correr e prostrar-se de forma a lamber o cu de um jogador mais poderoso do que ele.

Este cu pode ser o cu de um superior hierárquico, de um ministro, de um agente da polícia ou de um artista. O objectivo do jogo é identificá-los, lambê-los e recolher os respectivos prémios. Os prémios podem ser em dinheiro, em promoção profissional ou em permuta. À medida que vai lambendo os cus, vai ascendendo ou descendendo na hierarquia.

Antes do 25 de Abril esta modalidade era mais rudimentar. Era praticada por amadores, muitos em idade escolar, e conhecida prosaicamente como «engraxanço». Os chefes de repartição engraxavam os chefes de serviço, os alunos engraxavam os professores,os jornalistas engraxavam os ministros, as donas de casa engraxavam os médicos da caixa, etc… Mesmo assim, eram raros os portugueses com feitio para passar graxa. Havia poucos engraxadores. Diga-se porém, em abono da verdade, que os poucos que havia engraxavam imenso.

Nesse tempo, «engraxar» era uma actividade socialmente menosprezada. O menino que engraxasse a professora tinha de enfrentar depois o escárnio da turma. O colunista que tecesse um grande elogio ao Presidente do Conselho era ostracizado pelos colegas.Ninguém gostava de um engraxador.
Hoje tudo isso mudou. O engraxanço evoluiu ao ponto de tornar-se irreconhecível. Foi-se subindo na escala de subserviência, dos sapatos até ao cu. O engraxador foi promovido a lambe-botas e o lambe-botas a lambe-cu. Não é preciso realçar a diferença, em termos de subordinação hierárquica e flexibilidade de movimentos, entre engraxar uns sapatos e lamber um cu. Para fazer face à crescente popularidade do desporto, importaram-se dos Estados Unidos, campeão do mundo na modalidade, as regras e os estatutos da American Federation of Ass-licking and Brown-nosing.Os praticantes portugueses puderam assim esquecer os tempos amadores do engraxanço e aperfeiçoarem-se no desenvolvimento profissional do Culambismo.
(…) Tudo isto teria graça se os culambistas portugueses fossem tão mal tratados e sucedidos como os engraxadores de outrora. O pior é que a nossa sociedade não só aceita o culambismo como forma prática de subir na vida, como começa a exigi-lo como habilitação profissional. O culambismo compensa. Sobreviver sem um mínimo de conhecimentos de culambismo é hoje tão difícil como vencer na vida sem saber falar inglês.
Miguel Esteves Cardoso, in ‘Último Volume’

ORDENADOS NA MADEIRA: VERGONHOSO

Crise económica na Madeira! ONDE?


Os fazedores de opinião entopem os menos esclarecidosde que o problema de Portugal são os funcionários públucos e que é necessário reduzir… reduzir… nos funcionários que são necessários para fazer funcionar os serviços públicos e que são necessários para satisfazerem as necessidades das populações.


Esquecem-se de dizer que ao reduzirem os funcionários públicos estão com a intenção de reduzirem serviços, ou de entregarem esses serviços aos privados, para que alguém lucre à conta das necessidades do estado.


E acordem…


A privatização destes serviços acarretam mais despesa (o estado tem que pagar as despesas e o lucro dos privados), piores serviços e serviços mais caros para a população.


O verdadeiro problema dos estado, são as pessoas que têm sido nomeadas pelos sucessivos governos PS/PSD/CDS para gerirem o que é do Estado. Pessoas essas que só vêm satisfazer as suas próprias necessidades e dos seus amigos, assim como meter os serviços públicos ao serviço dos grandes interesses privados.







PEDRO FERREIRA (Metropolitana) é um dos mais bem pagos, pois aufere 3.993euros de ordenado, a que acrescem 1.397 euros de despesas de representação, totalizando 5,532 euros.

Obs: Afectando 32% dos encargos com o pessoal para pagar a administração (138 mil), o engenheiro lidera a empresa que tem o maior passivo bancário: 179,7 milhões de euros.







RICARDO MORNA JARDIM (Madeira Parques) tem um ordenado de 5.499 euros, sendo o gestou que inscreveu o valor mais alto por conta do combustível (250 euros).

Obs: Lidera a gerência mais cara, a única com dois administradores a tempo inteiro que custam 148.336 euros, o que representa 45,3% dos encargos com os …oito funcionários.







RUI ADRIANO está legalmente reformado (2.737euros) desde 2007, mas enquanto presidente sa Sociedade de Desenvolvimento do Norte aufere 5.249 euros.

Obs: Sendo o único administrador executivo, afecta 100% dos 86.302 euros de custos com a gerência, ou seja 9,9% dos gastos com o pessoal. É o que mais gasta em despesas de representação: 28 mil.







FRANSCISCO TABOADA (Porto Santo) tem 5.249 euros como remuneração base, com a curiosidade de ser o segundo com maior gasto de combustível (200 euros).

Obs: O seu cargo e a administração da empresa representa apenas 9% dos encargos com o pessoal, embora a sociedade que lidera seja a que soma mais prejuízos: 32,3 milhões de euros.







RAUL CAIRES ganha 4.893 euros no Madeira Tecnopolo.







BRUNO FREITAS invoca as remunerações dos presidentes dos portos de Lisboa (6.415 euros) e Sines (5.675) para legitimar remuneração de 5.359 euros enquanto presidente da APRAM.







JORGE FARIA, o presidente do IDE, tem direito a 4.808 euros por mês.

Fonte: DN- Madeira http://www.netmadeira.com/noticias/economia/2010/2/7/sociedades-devem-664-milhoes-e-vao-pedir-mais-100







PAULO SOUSA (Ponta Oeste) tem uma remuneração total de 5.514 euros.

Obs: A empresa que lidera é a que está em maiores dificuldades, com o maior passivo (206,2 milhões) e dívidas a fornecedores (8,7). E é o que gasta mais em deslocações (41.773), embora a administração represente 9,6% dos encargos com o pessoal. Gestores públicos são pagos sem regras ou critérios. Top dos Gestores Madeirenses







ANTÓNIO ALMADA CARDOSO, SESARAM – É o gestor público mais bem pago, pois aufere 7.421 euros, incluindo 1.663 euros de despesas de representação. O presidente do Conselho de Administração do Serviço Regional de Saúde acumula com o exercício de funções clínicas.







NUNO HOMEM COSTA, HORÁRIOS DO FUNCHAL – Apesar de ter direito a uma reforma de 3.874 euros como militar e oficial da PSP, aufere 6.063 euros por mês como presidente da HF, incluindo os 1.399 euros para despesas de representação já que o vencimento mensal líquido é de 4.664 euros.







PIMENTA DE FRANÇA, IGA – O responsável pela empresa de gestão da água, lixo e esgotos aufere 5.920 euros por mês, sendo o gestor que tem o mais elevado gasto em despesas de representação (1.716 euros), facto explicável por acumular funções em três empresas.



Fonte:http://www.dnoticias.pt/impressa/diario/217409/economia/217464-gestores-publicos-sao-pagos-sem-regras-ou-criterios






RUI REBELO, EEM – O presidente da maior empresa pública regional foi relegado para o terceiro posto, com uma remuneração total mensal de 6.051 euros, com a particularidade de já não haver aumentos desde 2004

O trabalhador não se importa com o salário, quer é trabalhar…

Cada vez mais ouvem-se os patrões, quando questionados “amigavelmente” sobre os baixos vencimentos dos trabalhadores, a dizerem que o povo quer é trabalhar e que não estão importados com os aumentos dos salários, nomeadamente com o salário mínimo nacional.
Entre muitos, ainda não há muito tempo (uns dias antes das ultimas eleições legislativas), o Sr. Belmiro Azevedo que estava “escondido” foi a um jornal nacional dizer isto mesmo. Ou seja, resumindo, disse: venha lá a troika ajudar a explorar, ainda mais, os trabalhadores porque é preciso que o valor do trabalho seja reduzido. Quem trabalha não precisa de ganhar mais do que o suficiente para não morrer à fome, e para poder ir trabalhar.
O povo fez-lhe a vontade…
Recentemente um Sr. que intitularam presidente da confederação dos proprietários da industria hoteleira, após ter sido recebido pelo novo ministro da economia e do trabalho (subjugado aos interesses dos lucros dos patrões)… veio com esta mesma conversa.
Que o salário mínimo nacional não podia ser aumentado, e que este não era o problema dos trabalhadores, o problema dos trabalhadores era terem trabalho.
Resumindo, trabalho… trabalho… mas sem direitos.
Estes pensamentos levam-nos a lembrar tempos passados, tempos da escravatura; Tempos em que havia muito trabalho, mas não existiam direitos.
Estamos quase lá, e já naquele tempo haviam escravos que adoravam ser escravos.
Este Sr. Presidente que fez-me lembrar “os vendedores da cobra” disse qualquer coisa como, reduzindo os direitos dos trabalhadores, aumenta o número de postos de trabalho.
Deve ser… os patrões que tudo fazem para aumentar os horários de trabalho, através de diversos artefactos obrigam os trabalhadores a trabalharem muitas horas após o seu horário de trabalho (trabalho não remunerado, é claro); Agora é que iam contratar mais trabalhadores.
O Sr. Presidente da dita confederação (não sei se também representa os donos das bancadas de artesanato, e etc…) devia era estar preocupado com a fuga aos impostos que existe na hotelaria, mas claro ainda existe gente honesta.
Declaram ordenados mínimos dos seus trabalhadores; a maioria dos patrões nunca recebe mais do que € 500,00; as empresas é que pagam as casas, os carros e as creches dos filhos destes ditos proprietários; cobram o IVA ao cliente mas depois o declarado é bastante inferior; Escravizam muitos trabalhadores em situação ilegal, enfim… tudo bons rapazes, e este Sr. representa estes bons rapazes, logo é melhor do que eles.
Quanto ao Sr. Belmiro Azevedo é “umas mãos largas”;
Tem um jornal que dá, sucessivamente, muitos prejuízos… mas continua como se nada fosse, pois se acabasse com o jornal deixava de ter um órgão para influenciar o povo naquilo que lhe interessa, e se gasta é porque tem…
O problema é ter à custa da exploração;
Os seus centros de distribuição têm ao seu serviço, maioritariamente, trabalhadores precários que têm muito trabalho mas os direitos ficaram para o patrão, e para os seus vassalos que o substituem na tarefa de exploração destes trabalhadores.
Vassalos que cumprem criteriosamente as suas delegações de competência, e ainda inventam mais uns trabalhinhos forçados para estes trabalhadores, para quem até o direito de ir à casa de banho tornou-se numa regalia.
Cuidado, não engravidem… isto de engravidar não está em consonância com os interesses nacionais do patrão. Isto é coisa de burguês…
Os trabalhadores destes centros de distribuição chegam a trabalhar mais de doze horas por dia, sendo que têm que estar ao dispor do patrão ainda mais horas do que as “trabalhadas”.
Os horários são feitos de acordo com o interesse nacional do patrão, havendo interrupções nesses horários de longas horas, nas quais o trabalhador ou trabalha (de borla, é claro) ou tem que fazer tempo para regressar ao trabalho após umas horas de pausa, mas à sua própria conta.
Deste modo o trabalhador não está disponível para a sua família, nem para si próprio durante longas horas… vá lá ainda têm a possibilidade de irem dormir a casa.
Se estes trabalhadores barafustam são “convidados” a irem procurar emprego, pois se eles não estão dispostos a serem explorados existem muitos outros que estão.
Por estes e muitos outros motivos, é que estes Srs que cometem ilegalidades aguardaram e sempre obtiveram a ajuda dos sucessivos governos, para legalizarem as ilegalidades cometidas por eles.
Veja-se o caso dos recibos verdes…
Recibos que são utilizados na maioria dos casos por trabalhadores que prestam um trabalho regular e não são independentes. Que estão submetidos a um suposto horário de trabalho, estando dependentes hierarquicamente das chefias.
Estes trabalhadores obrigatoriamente deviam ser do quadro dessa empresa, mas não…
Quem perde? O trabalhador e o estado… eu escrevi o estado e não o governo.
Os trabalhadores precários e a recibos verdes são óptimos “chouriços” para os patrões triturarem.
Pois têm que trabalhar, trabalhar, e não contestar…
Têm que fazer tudo o que lhe mandam, não interessa a função. Se o patrão precisar, ele têm que lhe ir levar o cafezinho, limpar a secretária, levar os filhos do patrão à escola, dormir no trabalho se for preciso.
Quanto a doenças, é melhor não as ter senão nem dinheiro para os medicamentos vai ter, e quando regressar ao trabalho pode já estar ocupado.
Se o trabalhador não aceitar este pacto de interesse nacional do patrão, vai-se embora no dia seguinte. O que não falta é quem “queira trabalhar”.
Quanto ao trabalhador é lixo, serviu para os fins e agora o patrão deita fora.
Isto é ilegal…. Mas eles gostam muito da legalidade e por isso estão a aguardar. Mas atenção, não têm tempo a perder e já vão mais à frente.
A Constituição incomoda muito o interesse nacional do patrão.
Existem trabalhadores que dizem que é pratica comum, por isso têm que aceitar… logo a lei deve mudar.
Esses trabalhadores se gostam de “levar na tromba” é com eles, mas “deixem em paz” a lei para aqueles que não se vergam e procuram justiça…
Que raio de mania dos “cobardes” quererem que todos os outros sejam cobardes…

Ao contrário do plano do PSD

É o Nobel da Economia que está errado ??? Será?

Nobel da Economia diz que Portugal erra ao reduzir despesa pública com desemprego elevado

2011-03-25

O economista norte-americano e Prémio Nobel da Economia Paul Krugman considerou esta sexta-feira Portugal como um exemplo do erro de reduzir a despesa pública quando existe um desemprego elevado, em coluna de opinião publicada no “New York Times”.

Portugal é invocado, a par de Irlanda, Grécia e Reino Unido, a propósito do debate sobre a situação orçamental nos Estados Unidos.

Para o economista, “a estratégia correcta é (criar) empregos agora, (reduzir) défices depois”.

Krugman entende que estão errados “os advogados da austeridade que prevêem que os cortes da despesa trarão dividendos rápidos na forma de uma confiança crescente e que terão pouco, se algum, efeito adverso no crescimento e no emprego”.

Justifica a preferência pelo adiamento da redução do défice com o argumento de que “os aumentos dos impostos e os cortes na despesa pública deprimirão ainda mais as economias, agravando o desemprego”.

Acrescenta, a este propósito, que “cortar a despesa numa economia muito deprimida é muito auto-derrotista, até em termos puramente orçamentais”, uma vez que “qualquer poupança conseguida é parcialmente anulada com a redução das receitas, à medida que a economia diminui”.

Vale a pena visitar:

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1026686

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1815587

Salário mínimo nacional…

As associações de patrões são possuidores de uma hipocrisia enorme, e mais uma vez têm a ajuda da UGT no prosseguimento da política de exploração de quem trabalha.

Todos os dias ouvimos que as empresas precisam de trabalhadores, e não conseguem contratar…
No entanto o que a maioria das empresas procura são escravos, escravos que ganhem o mínimo possível, o essencial para irem trabalhar no dia seguinte.

Felizmente, ainda, existem alguns empresários honestos, que rejeitam participar na exploração dos seus trabalhadores, no entanto são muito poucos…

A hipocrisia é enorme…

Até no tempo da escravatura os trabalhadores eram mais bem pagos. Nessa altura os “patrões” tinham que dar aos seus escravos um sítio para dormir e comida; Quando os escravos estavam doentes tinham que providenciar pelo tratamento destes.
Agora esta maioria hipócrita acha que € 500,00 é muito, no entanto esta quantia não dá para alugar uma casa, quanto mais para comer e ir ao médico.

Mas também é verdade, caso os trabalhadores adoeçam despedem-nos, e contratam outros. Quanto ao seu antigo trabalhador, ele que vá morrer de doença e fome… mas longe da sua vista.

A UGT mostra, mais uma vez, a finalidade da sua existência… e não é a de defender os direitos de quem trabalha.

Para quem diz que os trabalhadores têm muita sorte se tiverem trabalho, não se esqueçam:

No tempo da escravatura existia muito trabalho, mas não existiam direitos…

Esta do juiz está-me a fazer confusão…

Então se um trabalhador que trabalha mais do que as horas devidas, e sem remuneração, decide não trabalhar parte dessas horas, que trabalha de “borla”… pode ser sujeito a processo disciplinar?

Na comunicação social, passaram vários fazedores de opinião, que em vez de criticarem o estado da justiça, criticam um trabalhador por não continuar a trabalhar várias horas sem ter remuneração.

Engraçado…

Uns destroem a justiça; Tornam a justiça demorada e cara… resultado esse obtido pelos sucessivos governos PS, PSD e CDS…

Um tribunal constitucional que em vez de julgar a constitucionalidade das leis, limita-se a por o visto politico nas leis emanadas por quem os nomeou; Resultado obtido, porque estes juízes são nomeados pelos políticos, que posteriormente fabricam as leis contra quem trabalha.

Em relação a isto, estes fazedores de opinião não aparecem para “julgar”.

Agora aquele que tem andado a roubar horas à família, em troco de nada, estes fazedores não o julgam por isso, mas sim por querer trabalhar menos horas à “borla”.

E são estes senhores, fazedores de opinião, que têm sempre a porta aberta… para formatar mentalidades na comunicação social.

E como dizia o Fernando Peça… E ESTA HEIN!!!

150.000 postos de trabalho

Tardaram mas estão quase a cumprir…

Quarta-feira, 25 de Agosto de 2010

Uma promessa é uma promessa…

Notícia do «Jornal de Negócios»: Cabras-bombeiro. Portugal e Espanha lançam projecto de 50 milhões para limpar florestas. 150.000 cabras-bombeiro vão andar a pastar em Portugal e Espanha. O projecto, de 50 milhões de euros, visa prevenir os incêndios (…)

Finalmente cumpre-se a promessa eleitoral, antiga, de criação de 150 mil novos postos de trabalho. São medidas como esta que nos ajudam a aumentar a confiança nas instituições e na classe política em geral, e em particcular no Sócrates e Zapatero.

“Quem luta nem sempre ganha, quem não luta perde sempre”

São muitos que dizem que vale a pena lutar contra a retirada dos direitos, que foram conquistados com muita luta e sangue.
São muitos que lutam, diariamente, para manterem os direitos de todos os trabalhadores…
Sim, de todos os trabalhadores… e não só os direitos de quem luta por eles.
Mas para que os trabalhadores tenham sucesso na luta pelos seus direitos,
é necessário que todos aqueles que acreditam que vale a pena lutar, mas não lutam;
é necessário que todos aqueles que dizem que não vale a pena lutar….
Se juntem para lutarem, efectivamente, pelos seus direitos…
Só deste modo é que podemos tornar o trabalho mais justo, e obter justiça na distribuição da riqueza produzida,
é necessária e urgente.
Por tudo isto, e muito mais, é necessário participar na manifestação do 1º Maio, que se vai realizar no Martim Moniz, às 14h30m.