Corja de filhos da…

Agora os funcionários públicos… mas que ninguém pense que está a salvo… um país que se afunda até à indignidade e indigência absoluta e sem volta do seu povo.
 
Quando uma cambada de malfeitores, de gentes sem escrúpulos/ sem ética/ sem moral e sem vergonha se apodera do estado e este deixa de ser um Estado de lei e de direito, deixa de ser um Estado de bem, deixa de ser um Estado de palavra, deixa de ser um Estado de compromissos para com os seus cidadãos…
 
Ontem foram uns, hoje são outros, amanhã outros mais se seguirão

Lisboa precisa que o todo país marche sobre ela…

//

Anúncios

Transferência da riqueza nacional do trabalho para o capital

A política deste Governo está a promover uma gigantesca transferência da riqueza nacional do trabalho para o capital, desmascarando a tese de que todos estão a fazer sacrifícios.
Nunca como desde de 1953 (primeiro ano de referência dos dados divulgados pelo Banco de Portugal) que a parte da riqueza para o trabalho foi tão reduzida como no final de 2012, situando-se em 32% do total.
Só no último ano, os salários caíram 7,25%, quando o PIB se reduziu em 3,2%. No mesmo período, o capital viu os seus resultados aumentarem em 2,2%, representando agora mais de 40% da riqueza criada em Portugal, o valor mais elevado dos últimos 15 anos.
Origem: “Há alternativas”:

“Quem luta nem sempre ganha, quem não luta perde sempre”

São muitos que dizem que vale a pena lutar contra a retirada dos direitos, que foram conquistados com muita luta e sangue.
São muitos que lutam, diariamente, para manterem os direitos de todos os trabalhadores…
Sim, de todos os trabalhadores… e não só os direitos de quem luta por eles.
Mas para que os trabalhadores tenham sucesso na luta pelos seus direitos,
é necessário que todos aqueles que acreditam que vale a pena lutar, mas não lutam;
é necessário que todos aqueles que dizem que não vale a pena lutar….
Se juntem para lutarem, efectivamente, pelos seus direitos…
Só deste modo é que podemos tornar o trabalho mais justo, e obter justiça na distribuição da riqueza produzida,
é necessária e urgente.
Por tudo isto, e muito mais, é necessário participar na manifestação do 1º Maio, que se vai realizar no Martim Moniz, às 14h30m.


É muito difícil perceber que para se acabar com a crise é essencial aumentar o poder de compra dos trabalhadores Portugueses?

Esse aumento do poder de compra não pode ser artificial, através de empréstimos, como tem acontecido durante estes anos, mas através do aumento dos salários;
O aumento do poder de compra “artificial” só serve para aumentar os lucros dos banqueiros & Compª, enquanto os trabalhadores e o estado só perdem…
Quando o dinheiro não circula através de quem trabalha, é sinal de que está retido junto de quem especula;
Os produtores não têm lucro, antes pelo contrário tem prejuízos, enquanto os preços pagos pelos consumidores/trabalhadores mantêm-se desproporcionais ao valor dos salários praticados; Sinal de que aqueles que nada produzem enchem cada vez mais os seus bolsos, limitando-se a comprar a baixo custo e a vender a preços que poderiam servir para o produtor ter capital para investir, amealhar lucros para tempo de “vacas magras”, e proporcionando verdadeiros postos de trabalho, garantido direitos aos seus trabalhadores;

Mas não, os lucros vão todos para quem nada produz e que se limitam a comprar barato (atendendo a dominarem os mercados, e os produtores têm duas opções ou vendem a esses preços, ou simplesmente não conseguem vender), e a vender de forma a ter cada vez mais margem de lucro;

Ao mesmo tempo estes senhores (donos do capital) que se limitam a comprar e a vender, e a nada produzir, mantêm a maioria dos seus trabalhadores em situações precárias e por vezes dramáticas, em que estes trabalhadores têm horários de escravidão, salários de “comerem uma latinha de salsichas”, não podem estar doentes (senão o contrato é rescindido), não podem engravidar…

Ou seja a precariedade no seu melhor, enquanto os senhores donos destes “centro de distribuição”, enchem os bolsos, investem na bolsa, abrem empresas para tudo (mas não criam postos de trabalho); Pois é essencial dividir os lucros… para pagar, ainda, menos impostos, e ter empresas para fazerem circular os trabalhadores, mesmo que passem anos a trabalhar no mesmo local e a exercer as mesmas funções…