Corja de filhos da…

Agora os funcionários públicos… mas que ninguém pense que está a salvo… um país que se afunda até à indignidade e indigência absoluta e sem volta do seu povo.
 
Quando uma cambada de malfeitores, de gentes sem escrúpulos/ sem ética/ sem moral e sem vergonha se apodera do estado e este deixa de ser um Estado de lei e de direito, deixa de ser um Estado de bem, deixa de ser um Estado de palavra, deixa de ser um Estado de compromissos para com os seus cidadãos…
 
Ontem foram uns, hoje são outros, amanhã outros mais se seguirão

Lisboa precisa que o todo país marche sobre ela…

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Hipocrisia Social…

A comunicação social hoje tirou o dia para divulgar as “boas acções” que as empresas fazem, usando os seus trabalhadores, acções que eles intitulam de responsabilidade social.

É pena que essas reportagens não abordem a postura destas empresas para com os seus trabalhadores. Estas reportagens deviam abordar se as empresas ditas benfeitoras cumprem, pelo menos, com os direitos consagrados na lei (que cada vez são menos).

Eu acho que iriam mostrar que fora de casa estas empresas vendem uma imagem, que não cumprem com os seus próprios trabalhadores.

Mas enfim, é preciso ter roupa lavada, mesmo que o corpo esteja a cair de podre.

É triste ver empresas que fazem da exploração dos trabalhadores a sua forma de estar na vida, estarem a vender para o exterior uma imagem de benfeitores….
Mas na realidade são uns malfeitores, que querem mostrar algo que não são na realidade com a ajuda da comunicação social, é claro… até nem têm grandes gastos, pois a seguir, deduzem tudo no IRC.

Quanto ao trabalhador, a seguir ao dia da boa acção faz o trabalho desse dia e do dia anterior, e vive feliz durante mais um ano…

Só tenho uma dúvida; Aquele que hoje recebe uma sopa, através deste tipo de voluntariado, como vai resistir até ao ano seguinte? E estes que uma vez por ano prestam voluntariado, como vão passar até ao próximo ano? Será que quando virem miséria vão virar a cara, para não pensarem que um dia poderão ser eles a estar naquela situação?

A miséria resolve-se com a alteração do sistema que a criou, e não com a bondade anual…

REFORMAS COM A GRAÇA DE DEUS!

Património: Sacerdote é membro do Conselho económico e social Padre Melícias tem reforma de 7.450 euros. O padre Vítor Melícias, ex-alto comissário para Timor-Leste e ex-presidente do Montepio Geral, declarou ao Tribunal Constitucional, como membro do Conselho Económico e Social (CES), um rendimento anual de pensões de 104 301 euros. Em 14 meses, o sacerdote, que prestou um voto de obediência à Ordem dos Franciscanos, tem uma pensão mensal de 7450 euros. O valor desta aposentação resulta, segundo disse ao CM Vítor Melícias, da “remuneração acima da média” auferida em vários cargos. <span style="color: rgb(0, 204, 204);font-family:trebuchet ms;"
>Correio da manhã – 19.03.2009 <span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold;font-family:trebuchet ms;"

>AQUI ESTÁ UM VOTO DE POBREZA DE UM FRANCISCANO!

Ser Sportinguista…

No seguimento do grande jogo… tive direito a prendas de muitos amigos, dentro de todas esta foi a que mais gostei…
Não preocupo-me muito com o estado do Futebol, pois sei, no dia em que o futebol acabar existe uma revolução, e os partidos que têm governado este Pais, não estão interessados em uma revolução;
Logo para o Futebol, assim como para os Banqueiros, haverá sempre €€€€€€, os governos nunca vão deixar que caiam na “banca rota”…

o estado estará sempre disponível para ajudar…

Este é o pensamento político que temos (em Portugal) , está em todas:

• Estádios de futebol, hoje às moscas,
• TGV,
• novo aeroporto,
• nova ponte,
• auto-estradas onde bastavam estradas com bom piso,
• etc. etc.

A quem na verdade serve tudo isto?
PORTUGUESES, LEIAM AS LINHAS SEGUINTES E PENSEM
A QUEM VAI SERVIR O TGV …

1. AOS FABRICANTES DE MATERIAL FERROVIÁRIO,
2. ÀS CONSTRUTORAS DE OBRAS PÚBLICAS E …CLARO,
3. AOS BANCOS QUE VÃO FINANCIAR A OBRA …

OS PORTUGUESES FICARÃO – UMA VEZ MAIS
– ENDIVIDADOS DURANTE DÉCADAS

POR CAUSA DE MAIS UMA OBRA MEGALÓMANA ! ! !


Experimente ir de Copenhaga a Estocolmo de comboio.
Comprado o bilhete, dá consigo num comboio que só se diferencia dos nossos ‘Alfa’ por não ser tão luxuoso e ter menos serviços de apoio aos passageiros.

A viagem, através de florestas geladas e planícies brancas a perder de vista, demorou cerca de cinco horas.

Não fora conhecer a realidade económica e social desses países, daria comigo a pensar que os nórdicos, emblemáticos pelos superavites orçamentais, seriam mesmo uns tontos.

Se não os conhecesse bem perguntaria onde gastam eles os abundantes recursos resultantes da substantiva criação de riqueza.
A resposta está na excelência das suas escolas,
• na qualidade do seu Ensino Superior,
• nos seus museus e escolas de arte,
• nas creches e jardins-de-infância em cada esquina,
• nas políticas pró-activas de apoio à terceira idade.

Percebe-se bem porque não
• construíram estádios de futebol desnecessários,
• constroem aeroportos em cima de pântanos,
• nem optam por ter comboios supersónicos que só agradam a meia dúzia de multinacionais.

O TGV é um transporte adequado a países de dimensão continental, extensos, onde o comboio rápido é, numa perspectiva de tempo de viagem/custo por passageiro, competitivo com o transporte aéreo.

É por isso que, para além da já referida pressão de certos grupos que fornecem essas tecnologias, só existe TGV em França ou Espanha (com pequenas extensões a países vizinhos).

É por razões de sensatez que não o encontramos
• na Noruega,
• na Suécia,
• na Holanda
• e em muitos outros países ricos.

Tirar 20 ou 30 minutos ao ‘Alfa’ Lisboa-Porto à custa de um investimento de cerca de 7,5 mil milhões de euros não trará qualquer benefício à economia do País.

Para além de que, dado ser um projecto praticamente não financiado pela União Europeia, ser um presente envenenado para várias gerações de portugueses que, com mais ou menos engenharia financeira, o vão ter de pagar.

Com 7,5 mil milhões de euros podem construir-se:

– 1000 (mil) Escolas Básicas e Secundárias de primeiríssimo mundo que substituam as mais de cinco mil obsoletas e subdimensionadas existentes (a 2,5 milhões de euros cada uma);
– mais 1.000 (mil) creches (a 1 milhão de euros cada uma);
– mais 1.000 (mil) centros de dia para os nossos idosos (a 1milhão de euros cada um).

E ainda sobrariam cerca de 3,5 mil milhões de euros para aplicar em muitas outras carências como, por exemplo, na urgente reabilitação de toda a degradada rede viária secundária.

Cabe ao Governo reflectir.

Cabe à Oposição contrapor.
Cabe-lhe a si participar