ORDENADOS NA MADEIRA: VERGONHOSO

Crise económica na Madeira! ONDE?


Os fazedores de opinião entopem os menos esclarecidosde que o problema de Portugal são os funcionários públucos e que é necessário reduzir… reduzir… nos funcionários que são necessários para fazer funcionar os serviços públicos e que são necessários para satisfazerem as necessidades das populações.


Esquecem-se de dizer que ao reduzirem os funcionários públicos estão com a intenção de reduzirem serviços, ou de entregarem esses serviços aos privados, para que alguém lucre à conta das necessidades do estado.


E acordem…


A privatização destes serviços acarretam mais despesa (o estado tem que pagar as despesas e o lucro dos privados), piores serviços e serviços mais caros para a população.


O verdadeiro problema dos estado, são as pessoas que têm sido nomeadas pelos sucessivos governos PS/PSD/CDS para gerirem o que é do Estado. Pessoas essas que só vêm satisfazer as suas próprias necessidades e dos seus amigos, assim como meter os serviços públicos ao serviço dos grandes interesses privados.







PEDRO FERREIRA (Metropolitana) é um dos mais bem pagos, pois aufere 3.993euros de ordenado, a que acrescem 1.397 euros de despesas de representação, totalizando 5,532 euros.

Obs: Afectando 32% dos encargos com o pessoal para pagar a administração (138 mil), o engenheiro lidera a empresa que tem o maior passivo bancário: 179,7 milhões de euros.







RICARDO MORNA JARDIM (Madeira Parques) tem um ordenado de 5.499 euros, sendo o gestou que inscreveu o valor mais alto por conta do combustível (250 euros).

Obs: Lidera a gerência mais cara, a única com dois administradores a tempo inteiro que custam 148.336 euros, o que representa 45,3% dos encargos com os …oito funcionários.







RUI ADRIANO está legalmente reformado (2.737euros) desde 2007, mas enquanto presidente sa Sociedade de Desenvolvimento do Norte aufere 5.249 euros.

Obs: Sendo o único administrador executivo, afecta 100% dos 86.302 euros de custos com a gerência, ou seja 9,9% dos gastos com o pessoal. É o que mais gasta em despesas de representação: 28 mil.







FRANSCISCO TABOADA (Porto Santo) tem 5.249 euros como remuneração base, com a curiosidade de ser o segundo com maior gasto de combustível (200 euros).

Obs: O seu cargo e a administração da empresa representa apenas 9% dos encargos com o pessoal, embora a sociedade que lidera seja a que soma mais prejuízos: 32,3 milhões de euros.







RAUL CAIRES ganha 4.893 euros no Madeira Tecnopolo.







BRUNO FREITAS invoca as remunerações dos presidentes dos portos de Lisboa (6.415 euros) e Sines (5.675) para legitimar remuneração de 5.359 euros enquanto presidente da APRAM.







JORGE FARIA, o presidente do IDE, tem direito a 4.808 euros por mês.

Fonte: DN- Madeira http://www.netmadeira.com/noticias/economia/2010/2/7/sociedades-devem-664-milhoes-e-vao-pedir-mais-100







PAULO SOUSA (Ponta Oeste) tem uma remuneração total de 5.514 euros.

Obs: A empresa que lidera é a que está em maiores dificuldades, com o maior passivo (206,2 milhões) e dívidas a fornecedores (8,7). E é o que gasta mais em deslocações (41.773), embora a administração represente 9,6% dos encargos com o pessoal. Gestores públicos são pagos sem regras ou critérios. Top dos Gestores Madeirenses







ANTÓNIO ALMADA CARDOSO, SESARAM – É o gestor público mais bem pago, pois aufere 7.421 euros, incluindo 1.663 euros de despesas de representação. O presidente do Conselho de Administração do Serviço Regional de Saúde acumula com o exercício de funções clínicas.







NUNO HOMEM COSTA, HORÁRIOS DO FUNCHAL – Apesar de ter direito a uma reforma de 3.874 euros como militar e oficial da PSP, aufere 6.063 euros por mês como presidente da HF, incluindo os 1.399 euros para despesas de representação já que o vencimento mensal líquido é de 4.664 euros.







PIMENTA DE FRANÇA, IGA – O responsável pela empresa de gestão da água, lixo e esgotos aufere 5.920 euros por mês, sendo o gestor que tem o mais elevado gasto em despesas de representação (1.716 euros), facto explicável por acumular funções em três empresas.



Fonte:http://www.dnoticias.pt/impressa/diario/217409/economia/217464-gestores-publicos-sao-pagos-sem-regras-ou-criterios






RUI REBELO, EEM – O presidente da maior empresa pública regional foi relegado para o terceiro posto, com uma remuneração total mensal de 6.051 euros, com a particularidade de já não haver aumentos desde 2004

A hipocrisia dos Alemães


O Lidl aplicando a táctica de fazer desconto em produtos, no qual o preço original é por eles estipulado, táctica essa que já tem “teias de aranha”;

Atendendo que a publicidade deste suposto desconto leva as pessoas a deslocarem-se a esse supermercado, comprando o produto em causa assim como outros produtos diversos. A pessoa que já foi mentalizada para o “baixo” preço de um determinado produto, na maioria dos casos, já não está com a verdadeira consciência do que está a comprar e qual o preço.

Mas o essencial da questão não está neste aspecto…

O Lidl com a desculpa, da “pena” (acho que eles também vendem galinhas) que têm do corte que os trabalhadores vão sofrer no subsidio de natal, dizem que vão fazer descontos proporcionais, em alguns produtos, a esse corte.

Que hipocrisia…

Antes de mais a publicidade que a comunicação social deu a estes supermercados, custa mais de 100 vezes do que os supostos descontos;

O Lidl trata os seus trabalhadores como criados para todo o serviço, e quando querem.

Obrigam os trabalhadores a levantar com os seus bracinhos, litros e litros de agua para cima dos tapetes das caixas; Pois é obrigatório que toda a mercadoria seja posta no tapete, de forma cega e muda, mesmo que dentro dos carros estejam 50 garrafões (iguais) de 5 litros agua. Como o cliente não tem que se sujeitar a esta regra estúpida, lá vai a rapariga da caixa transportar 250 quilos.

E como quem implementou esta regra, foi alguém que é bem pago pelo Lidl para sujeitar os outros à escravidão, essa regra é impreterível.

Em relação aos trabalhadores do Lidl, podem-se contar pelos dedos das mãos o número de trabalhadores que possuem contrato sem termo, essa contagem não é por loja é por Distrito.

Quanto ao salário, nem precisa do corte dos 50% para ser miserável; Os trabalhadores não estão classificados, nem recebem o equivalente ao que o seu CCT estipula para as suas funções. Mas as funções também são duvidosas, pois ao abrigo da polivalência estes trabalhadores tanto estão nas caixas de pagamento, a repor artigos, a carregar mercadoria e a fazer a limpeza.

Assim qual é o problema de pagarem, à maioria, como de trabalhadores de limpeza se tratassem?

Isto é tal como acontece em certas casas;

O marido bate e maltrata a esposa e os filhos, sai para fora de casa e é só sorrisos e beijinhos com as mulheres dos outros e os filhos dos outros…

A Ironia é que este grupo vem tentar passar uma mensagem de “pena” dos trabalhadores, quando este grupo pertence a um País que é um dos verdadeiros culpados pela situação actual. Aliás são os verdadeiros patrões da troika e companhia.

Pais que tem-se sustentado à conta da miséria dos outros, são uns verdadeiros parasitas…

Bandeiras Falsas

OperaçãoNorthwoods: Como os EUA Planearam Cometer Ataques de Falsa Bandeira Para Justificar uma Guerra contraCuba

O texto abaixo é um artigo publicado pela ABC News em 2001 de como o governo dos EUA considerou a criação de ataques de falsa bandeiras como o planeamento de actos de terrorismo para matar cidadãos americanos para criar propaganda para justificar guerras para invadir nações indefesas.

Para quem nunca ouviu o termo, ataques de falsa bandeira são ataques clandestinos onde um país comete ou apoia actos de terrorismo contra si próprio, e em seguida culpa outro país ou organização, de forma a justificar uma determinada agenda, como invasões de outros países ou a passagem de leis aumentando o poder do estado.

Coincidência ou não, este artigo foi publicado meses antes do maior ataque de falsa bandeira de todos os tempos, os ataques “terroristas” de 11 de setembro contra as torres gémeas do World Trade Center. Outro ponto que me chamou atenção foi que o artigo foi publicado do dia 1º de maio, uma data importantíssima para os adeptos do ocultismo.

Os métodos descritos na Operação Northwoods não foram os únicos, o que foi único foi a recusa do presidente Kennedy em levar adiante abominável operação. Leia abaixo o artigo:

ABC News
By David Ruppe Nova Iorque, 1º de Maio de 2001
Militares dos EUA queriam provocar guerra com Cuba

No início de 1960, líderes militares do alto escalão dos EUA elaboraram planos para matar pessoas inocentes e cometer actos de terrorismo em cidades dos Estados Unidos para criar apoio público para uma guerra contra Cuba.

Sob o codinome de Operação Northwoods, os planos teriam incluído o possível assassinato de imigrantes cubanos, afundamento de barcos de refugiados
cubanos em alto mar, sequestro de aviões, explosão de um navio dos EUA, e até mesmo orquestrar ataques terroristas violentos em cidades dos EUA.

Os planos foram desenvolvidos como forma de enganar o público americano e a comunidade internacional para apoiar uma guerra para derrubar o então líder novo de Cuba comunista, Fidel Castro.

A Junta de Chefes de Estado Maior dos EUA até mesmo contemplou causar baixas militares contra o próprio EUA, escrevendo: “Nós podíamos explodir um navio dos EUA na Baía de Guantanamo e culpar Cuba” e “as listas de baixas nos jornais dos EUA iriam causar uma onda de indignação nacional”.

Os pormenores dos planos são descritos em Body of Secrets (Doubleday), um novo livro de James Bamford, um repórter investigativo da história da maior agência de espionagem dos Estados Unidos a maior, a Agência de Segurança Nacional. No entanto, os planos da Operação Northwoods não estavam ligados à agência, ele observa.

Os planos tiveram a aprovação por escrito de todos os membros da Junta de Chefes de Estado Maior dos EUA (Joint Chiefs of Staff) e foram apresentados ao secretário de defesa do presidente Kennedy, Robert McNamara, em Março de 1962. Mas aparentemente, foram rejeitados pela liderança civil e ficaram em segredo até recentemente.

“Esses eram os documentos do Junta de Chefes de Estado Maior dos EUA. A razão destes documentos terem sido mantidos em segredo por tanto tempo é que o Estado-Maior Conjunto nunca quis liberá-los é porque eles eram tão embaraçosos”, disse Bamford.

“O razão de uma democracia é ter líderes respondendo à vontade pública, e aqui é o reverso completo, os militares tentando enganar o povo americano a emtrar em uma guerra que eles queriam, mas que ninguém mais queria.”

Rumo à Guerra

Os documentos mostram que a “Junta de Chefes de Estado Maior elaborou e aprovou os planos para o que pode ser o plano mais corrupto jamais criado pelo governo dos EUA”, escreve Bamford.

A Junta de Chefes de Estado Maior dos EUA propôs até mesmo a utilização da possível morte do astronauta John Glenn durante a primeira tentativa de colocar um norte-americano em órbita como um falso pretexto para a guerra com Cuba, como mostram os documentos.

Caso o foguete explodisse e matasse Glenn, escreveram eles, “o objectivo seria fornecer a prova irrevogável … de que a culpa é dos comunistas de Cuba”.

Os planos foram motivados por um desejo intenso entre os chefes militares para depor Fidel Castro, que assumiu o poder em 1959 para se tornar o primeiro dirigente comunista do hemisfério ocidental – a somente 90 milhas da costa dos EUA.

A invasão anterior apoiada pela CIA à Baia dos Porcos, por exilados cubanos, tinha sido um fracasso desastroso, na qual os militares não foram autorizados a prestar auxílio bélico. Os líderes militares agora queriam ter uma nova chance.

“A coisa toda foi muito bizarra”, disse Bamford, salientando que seriam necessários o apoio do público e da comunidade internacional para uma invasão, mas aparentemente, nem o público norte-americano, nem o público cubano, queria ver as tropas dos EUA mobilizadas para expulsar Castro.

Refletindo isso, o plano dos EUA pedia que se instituisse controle militar prolongado, e não democrático, sobre a ilha após a invasão.

“Isso é o que seríamos os libertando”, disse Bamford. “A única maneira teríamos conseguido ter sucesso seria fazendo exactamente o que os russos estavam fazendo em todo o mundo, impondo um governo pela tirania, basicamente o que nós estávamos acusando o próprio Castro de fazer”.

Passando dos Limites

O Estado-Maior Conjunto na época era chefiado pelo general do Exército nomeado pelo presidente Eisenhower, Lyman L. Lemnitzer, que com os planos assinados nas mãos tentou a aprovação de McNamara em 13 de Março de 1962, recomendando a Operação Northwoods para ser executado pelos militares.

Não está claro se os planos da Junta de Chefes de Estado Maior foram rejeitados por McNamara na reunião. Mas três dias depois, o presidente Kennedy conversou com Lemnitzer diretamente, e disse que não havia praticamente nenhuma possibilidade de usar força ostensiva para tomar Cuba, relata Bamford. Dentro de meses, Lemnitzer teria sido negado um outro mandato como presidente da Junta de Chefes de Estado Maior e transferidos para outro cargo.

Os planos secretos vieram em um momento em que havia desconfiança na cúpula militar sobre a sua liderança civil, com os líderes da administração Kennedy sendo vistos como liberais demais, pouco experientes e lenientes com o comunismo. Ao mesmo tempo no entanto, existiam reais preocupações da sociedade norte-americana que seus militares ultrapassassem seus limites.

Houve relatos que líderes militares dos EUA haviam encorajado os seus subordinados a votar pelos conservadores durante a eleição.

E pelo menos dois livros populares foram publicados focando em uma liderança militar de direita empurrando os limites contra a política do governo.

O Comitê de Relações Exteriores do senado americano publicou o seu próprio relatório sobre o extremismo de direita nas forças armadas, advertindo que haviam descoberto um “perigo considerável” na “educação e atividades de propaganda dos militares”. A comissão pediu ainda um exame de eventuais vínculos entre Lemnitzer e grupos de direita. Mas o Congresso não chegou a ter conhecimento sobre a Operação Northwoods, disse Bamford.

“Embora ninguém no Congresso pudesse ter conhecido na época”, escreve ele, “Lemnitzer e a cúpula militar haviam secretamente passado dos limites.”

Mesmo depois Lemnitzer ter deixado o cargo, disse Bamford, a Junta de Chefes de Estado Maior continuou a planear operações de “pretexto” pelo menos até 1963.

Uma ideia era criar uma guerra entre Cuba e outros países latino-americanos para que os Estados Unidos pudessem intervir. Outra ideia seria pagar alguém no governo de Fidel Castro para atacar as forças dos EUA na base naval de Guantánamo. Um ato que, Bamford salienta, teria sido considerado como traição. E outra seria de voar em baixa altitude aeronaves U-2 sobre Cuba, com a intenção de que fossem derrubadas e isso usado como pretexto para iniciar uma guerra.

“Havia uma real preocupação naquele momento de que os militares estivessem ficando loucos, como realmente estavam, mas eles nunca conseguiram alcançar o seu objectivo, mas não foi por falta de tentativas”, disse ele.

Depois de 40 anos

Ironicamente, os documentos vieram à luz, disse Bamford, em parte por causa do filme de Oliver Stone de 1992, “JFK”, que examinou a possibilidade de uma conspiração por trás do assassinato do presidente Kennedy.

Como o interesse público no assassinato aumentou após o lançamento do filme “JFK”, o Congresso americano aprovou uma lei destinada a aumentar o acesso da população aos registos públicos relacionados com o assassinato.

Com medo de uma investigação do Congresso, Lemnitzer tinha ordenado que todos documentos relacionados com a Baía dos Porcos fossem destruídos, disse Bamford. Mas de alguma forma, estes permaneceram.

“O mais assustador é que nada disso é divulgado até 40 anos depois”, disse Bamford.

Fontes:
ABC News: U.S. Military Wanted to Provoke War With Cuba
Quadrinhos de Mack White (de onde tirei a ilustração inicial) com a História da Operação Northwoods (em inglês)

GANDAS OPORTUNIDADES

Tudo é possível fazer… desde que tenha-se as pessoas certas, com a sensibilidade adequada.

Como acontece agora com um governo, apelidado de esquerda, em que a forma de levarem as pessoas a acreditar em si e nas suas politicas é levarem as estatísticas ao patamar de um “Deus”; Os tais que se habituaram a ouvir e a seguir divulgar, os tais que não fazem questão de aprenderem o que é o pensamento e o raciocínio, e têm repugnância por quem faça com que estes estejam sempre, permanente, presentes na sua vida.

As estatísticas dão, no que dão; Como empresas que a maioria passa fome, mas como os quadro dirigentes e da administração ganham balúrdios, estatisticamente aquela empresa paga ordenados acima da média.

Um caso flagrante é a educação, não importa que saibam, importa sim é que haja muita gente com o 12ª ano e etc…, a fim de constar-mos como um dos povos mais “evoluídos”.

A VERGONHA É QUE ACTUALMENTE A “SABEDORIA “ DE UM 12ª ANO OU CURSO SUPERIOR É MENOR DO QUE MUITOS QUE TÊM A ANTIGA 4ª CLASSE

MAS ISSO NÃO INTERESSA PARA AS ESTATISTICAS

AS ESTATISTICAS NÃO PRECISAM DE CULTURA E SABEDORIA, PRECISAM SIM, DE NUMEROS GRANDES NUMEROS

Trampolineiros

O povo passa a vida a dizer que não acredita nos políticos, no entanto talvez este pensamento deva-se a idolatrarem, constantemente, quem tenha como forma de vida ser charlatão.
Após andarem “ceguinhos” e como têm dificuldade em verem que andam, constantemente, a dar valor a ideologias que são sementes da ganância e do despotismo, vão pelo caminho mais fácil que é dizerem “eu não voto, não acredito nos políticos…”, “… são todos iguais”.
Para afirmarem isto têm que conhecer verdadeiramente as bases de todas as ideologias e formas de estar, para isso é preciso ter mente aberta e não uma mente dogmática, que baseia-se no que a dita comunicação social semeia como os bons costumes, sem que esclareça a verdade e os valores…
Enfim, existem tantas maneiras de dizer a verdade, que não há necessidade de mentir…
Mas será que alguém com dois dedos de inteligência não viu desde o inicio que Sócrates é um autêntico charlatão…
Atenção que esperteza não é sinonimo de inteligência…

A MENTIRA E A TREPAÇA…

A mentira e a trapaça já faz parte da forma de estar de muitos, essa mentira torna-se verdade aos olhos de muitos outros, porque ou são ignorantes, idiotas, ou têm muito a ganhar com essas mentiras…
Ao longo do tempo em que sabemos da existência do “Engº” Socrates, foi um tempo em que os embustes e as mentiras predominam, ainda por cima são ditas sem qualquer receio e com muita “lata”…
A última foi a do relatório da OCDE, e após confrontado com mais um embuste, o “Engº” Socrates usando a sua já conhecida arrogância e surrealismo, com ar de engraçado, insistiu com a encenação, não tendo a capacidade de assumir o embuste, não foi capaz de explicar por que razão enganou os Portugueses, ao afirmar, novamente, que o relatório seria da OCDE.
Mais uma vez “Engº” Socrates mostrou a falta de carácter, mas que muitos gostam, tendo dar a ideia de que o Relatório foi feito por peritos internacionais independentes, esquecendo que um dos autores é o actual Presidente do CCAP, um organismo na dependência directa da ministra da educação. Ignorou, também, que a OCDE não teve absolutamente nada que ver com o Relatório. Não foi capaz nem quis comentar o facto de os autores do Relatório se terem limitado a ouvir 7 municípios, 6 socialistas e 1 independente (Gondomar). Não quis comentar, nem podia, o facto de o Relatório se ter baseado num relatório prévio preparado pelos serviços centrais do ME. Também não comentou o facto de os autores do Relatório terem consultado 4 peritos nacionais, todos eles com posições públicas favoráveis às políticas educativas do Governo. Sócrates é incapaz de admitir um erro. Manteve a sua proverbial arrogância e falta de educação. Não tem emenda. Não tem nível para ser primeiro-ministro.