TUDO VALE… O FIM É QUE IMPORTA…

O poder económico através dos seus lacaios arranjam formas de explorar, cada vez mais, quem trabalha e que só tem a sua força de trabalho para vender.

O poder económico tem poder financeiro para ter a trabalhar para si grupos de criminosos, que na nossa época possuem um nome mais pomposo, são os ditos lobbies.

Servem-se destes indivíduos para influenciarem na aprovação de leis que lhes são favoráveis para prosseguirem com a exploração, e para obterem esta exploração basta terem estes malfeitores sobre a sua alçada, meia dúzia de capangas que fazem o papel destes dentro das empresas e dinheiro, dinheiro esses que muitas vezes não existe é simplesmente virtual, mas que vai fazer render muito dinheiro verdadeiro à custa daqueles que só possuem o seu trabalho para sobreviverem e que sujeitam-se à exploração para poderem ter um pouco para alimentarem os seus filhos.

Os criminosos contratados pelo poder económico, e que chamam-se lobbies, exercem a sua influência e o poder daqueles que os contrataram junto de vários sectores, entre eles no mundo sindical e que contratam os amarelos para enganarem os trabalhadores que ainda acreditam neles.

Por algum motivo formam-se sindicatos e centrais sindicais para combaterem outras e dividirem, de forma a distrair os distraídos e cortar o raciocínio daqueles que tinham potência para raciocinar, mesmo que ainda não o tivessem feito.

Estes criminosos e camaradas de crime nem precisam de ser inteligentes, pois a esperteza basta para vender direitos, sendo que não necessitam de prestar contas… até um dia claro!!!

Vejamos a seguinte anedota, demonstra de forma irónica o diálogo e o pensamento destes criminosos…

Um burguês vai a uma churrasqueira e pede ao empregado que embrulhe dois frangos.
Enquanto o empregado embrulha os frangos, repara numas belas codornizes e pergunta ao empregado se pode trocar os 2 frangos por 4 codornizes, ao que o empregado responde:
 

– Claro que sim.
Depois de embrulhadas as codornizes e entregues ao burguês, este vai-se embora, quando o empregado irrompe:    
– Desculpe, mas o Sr. esqueceu-se de pagar as codornizes.
– Mas eu não as comprei, troquei-as pelos frangos! – disse o burguês, “indignado” com a petulância do empregado.
– Mas também não pagou os frangos!
– Correcto, mas também não os levo…pois não ?

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