100 anos da vírgula

Sobre a Vírgula

Muito bonita a campanha dos 100 anos da ABI
(Associação Brasileira de Imprensa).

Vírgula pode ser uma pausa… ou não.
Não, espere.
Não espere..

Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.

Pode criar heróis..
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.

Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.

A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.

A vírgula pode condenar ou salvar.
Não tenha clemência!
Não, tenha clemência!

Uma vírgula muda tudo.
ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.

Detalhes Adicionais:

COLOQUE UMA VÍRGULA NA SEGUINTE FRASE:

SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA. 

* Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER…
* Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM…
Anúncios

Origem e significado de «carapau de corrida»

Ouvi há pouco tempo uma explicação interessante, e não completamente descabida, sobre a origem da expressão «carapau de corrida», que sempre me intrigou!


O peixe é vendido pelos pescadores nas lotas, em leilões «invertidos», ou seja, com os preços a serem rapidamente anunciados por ordem decrescente, até que o comprador interessado o arremate com o tradicional «chiu!». Isto implica que o melhor peixe, e o mais caro, é o que é vendido primeiro, ficando para o fim o de menor qualidade. Em tempos anteriores ao transporte automóvel, as peixeiras menos escrupulosas compravam esse peixe no fim da lota, por um preço baixo, e corriam literalmente até à vila ou cidade, tentanto chegar ao mesmo tempo que as que tinham comprado peixe melhor e mais caro na lota (e tentando vendê-lo, evidentemente, ao mesmo preço que o de melhor qualidade). Nem sempre os fregueses se deixavam enganar, e percebiam que aquele carapau era «carapau de corrida», comprado barato no fim da lota e transportado a correr até à vila. Hoje ainda, o que se arma em carapau de corrida julga-se mais esperto que os outros, mas raramente os consegue enganar.


«Carapau de corrida» é uma expressão usada para descrever uma pessoa convencida, alguém que se julga mais esperto do que os outros. Usa-se normalmente com o verbo armar: «Armar-se em carapau de corrida.» 
«Armar-se em carapau de corrida» significa, precisamente, tentar impressionar os outros com manifestações pueris de exibicionismo fácil, e tem como expressões equivalentes, entre outras, «armar-se aos cágados» e «armar-se ao pingarelho».

Pois é…

É preciso que se saiba que:

“… Os portugueses comuns (os que têm trabalho) ganham cerca de metade (55%) do que se ganha na zona euro,

Mas os nossos gestores recebem, em média:
– mais 32% do que os americanos;
– mais 22,5% do que os franceses;
– mais 55 % do que os finlandeses;
– mais 56,5% do que os suecos”

(dados de Manuel António Pina, Jornal de Notícias, 24/10/09)



E são estas “inteligências” (?) que chamam a nossa atenção: “os portugueses gastam acima das suas possibilidades”.

O Que é um Loop?

Para quem não conhece o conceito de LOOP: trata-se de uma terminologia assim nomeada por estudiosos de informática, para definir uma confusão criada, que não possui uma explicação concreta para a solução do problema…

Bem, vou tentar explicar em poucas palavras esta famosa terminologia:
Diz-se que um programa de computação “entrou em loop” quando acontece a seguinte situação:
O director chama sua secretária e diz:
– Senhorita Vanessa: Tenho um seminário na Argentina por uma semana e quero que você me acompanhe. Por favor, faça os preparativos da viagem…
A secretária liga para seu marido:
– Alô, João! Vou viajar para o exterior com o director por uma semana. Cuide-se meu querido!
O marido liga para sua amante:
– Eleonor, meu amor. A bruxa vai viajar para o exterior por uma semana, vamos passar esta semana juntos, minha princesa…
No momento seguinte, a amante liga para o menino para quem dá aulas particulares:
– Joãozinho, estou com muito trabalho esta semana e não vou poder te dar aulas…
A criança liga para seu avô:
– Vovô, esta semana não terei aulas, minha professora estará muito ocupada. Vamos passar a semana juntos?
O avô (que é o director desta história) chama imediatamente a secretária:
Senhorita Vanessa venha rápido – Suspenda a viagem, vou passar a semana com meu netinho que não vejo há um ano, por isso não vamos participar mais do seminário. Cancele a viagem e o hotel.
A secretária liga para seu marido:
– Ai amorzinho! O babaca do director mudou de ideias e acabou de cancelar a viagem.
O marido liga para sua amante:
– Amorzinho, desculpe! Não podemos mais passar a semana juntinhos! A viagem da bruxa da minha mulher foi cancelada.
A amante liga para o menino a quem dá aulas particulares:
– Joãozinho, mudei os planos: esta semana teremos aulas como de costume.
A criança liga para o avô:
-Vovô! A velha da minha professora me disse que terei aulas. Desculpe mas não vamos poder ficar juntos esta semana.
Seu avô liga para a secretária:
– Senhorita Vanessa , o meu neto acabou de ligar-me a dizer que não vai poder ficar comigo essa semana, porque terá aulas. Portanto dê prosseguimento à viagem para o Seminário.

Entendeu agora o que é um LOOP?

Lá vamos cantando e rindo. . .

ASSEMBLEIA DA REPUBLICA

Segundo o deputado “Ricardo Gonçalves”, do PS, a entrevista a um jornal local define assim a vida parlamentar de um deputado:

Muito do nosso trabalho é bater palmas

Porreiro pá… isto é que é trabalho!

CORREIO DA MANHÃ

9/01/2010

Se não vejamos . . .

UMA PARISIENSE EM SÃO BENTO

Acabo de ler uma peça jornalistica muito interessante. Fiquei a saber que a deputada do PS Inês de Medeiros, foi eleita por Lisboa e vive em Paris. Acontece como demais deputados, quando a semana de trabalho acaba há que rumar a casa. A Paris, portanto. Tão longe de casa, só com ajudas de custo será possivel suportar uma situação destas. Mas parece que a Assembleia da República já está a tratar do caso e a solução estará para breve, com efeitos retroactivos. Sinto-me aliviado. Porque acho que a democracia portuguesa não poderia, obviamente passar sem a Inês Medeiros e, por isso, devemos todos contribuir para que a simpática residente parisiense possa também ela contribuir com a sua presença para o avanço da Nação. Nem que seja como diz o seu colega de bancada Ricardo Gonçalves, só para bater palmas.

E, o meu alívio tambem se deve ao facto de a actriz não residir em Sydney, Melbourne ou Auckland, que igualmente seriam lugares bastante plausíveis para viver alguém eleito pelo círculo de Lisboa, só que um nadinha mais longe. Em Paris fica-nos muito mais barato.

Da minha parte de contribuinte. OBRIGADO

Correio da Manhã

9/01/2010