Jobs para …2 boys

Reparem nos currículos dos dois especialistas nomeados pelo Gabinete do Secretário de Estado Adjunto do Primeiro-Ministro para trabalharem para exercer as funções de acompanhamento da execução de medidas do memorando conjunto com a União Europeia, Fundo Monetário Internacional e Banco Central Europeu, na ESAME.

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Mérito e competência…

As empresas estão em crise, é verdade, mas nem todas…
Muitas das que estão em crise, devem essa crise a quem gere as empresas e nomeia os responsáveis que vão ditar as politicas a seguir pela empresa, aos trabalhadores resta cumprir as ordens.
A maioria dessas ordens resulta em algo que só prejudica as empresas, pois os cada vez mais teóricos que debitam as normas e as politicas a serem seguidas pelas empresas não percebem nada do “negócio”, e por isso para não darem nas vistas da falta da inteligência que possuem, criaram o conceito que é preciso mudar, estar sempre a mudar… e deste modo a empresa vai-se afundando, mas não existe consequências de nada, e quando algo se vê… o problema não é de quem manda, mas de quem executa… mesmo quem mandou executar, não saiba como pode se executada, e não reconheça a inviabilidade dessa ordem.
Todos dias acontece isto nas nossas empresas, por isso é que os dominantes dizem “os chefes não precisam de saber fazer, precisam é de saber mandar”, mas como é que alguém pode mandar fazer algo e avaliar o resultado desse trabalho quando nem sabe como se lá chegou.
Pois é…
Como aquelas empresas de consultadoria que dão “bitates” sobre tudo, avaliam tudo… mas nada sabem do está em causa… mas a nota de honorários é enorme.
O resultado disto, é termos dentro das nossas empresas Administradores, Directores e Chefes de carreira, que de saber têm pouco e pouco ou nada contribuem para o desenvolvimento seja do que for, antes pelo contrário… conseguem tirar o gosto da maioria dos trabalhadores que gostam e sabem o que fazem, pois é difícil lutar contra a burrice e estupidez de quem tem o poder para mandar e desmandar. Cada vez mais estes “dominantes” levam as nossas empresas a afundarem-se.
Neste vídeo podemos ver o tipo de pessoas, que actualmente estão à frente das nossas empresas;
Para quem pensa que estes tipos de pessoas são excepções, desenganem-se, a excepção são aqueles que são postos nos lugares de “poder” por mérito e competência.

Vendemos a nossa consciência…

A Carta que fez azedar os deputados, pois tocou com muitos que não devem andar a dormir com a consciência tranquila. Mas quando vendemos a nossa consciência… é isso que acontece…

Exmo. Sr. Presidente Da Assembleia da República

Grupos Parlamentares

Exmos. Srs. Deputados do P.S.
Ao longo dos últimos três/ quatro meses dirigi-vos várias “cartas”, creio ser esta a quarta. Nunca obtive qualquer resposta da Vossa parte nem tão pouco a (pequena) delicadeza de acusar a sua recepção (tão só, de uma que fosse). É com profundo pesar que vos dirijo esta missiva.
Talvez a minha concepção de Política, baseada na Verdade e em Valores (para muitos subjectivos) de Consciência Ética – Cívica e Moral, esteja em desuso numa sociedade que faz vingar a mentira, a aparência e a dissimulação. Não me interessam os jogos político-partidários, que confesso abominar no contexto da política actual – sou apenas uma desconhecida mas cumpridora cidadã e profissional que sempre conduziu, e continua a procurar conduzir, a sua actuação por princípios de Verdade, Honestidade, Verticalidade, Integridade e Justiça.
Gostaria apenas de vos lembrar que os docentes portugueses são uma classe profissional com habilitações académicas/científicas que, no mínimo, se situam ao nível da Licenciatura para que, de ânimo leve, sejam continuadamente insultados, humilhados e rebaixados até e, nomeadamente, na sua capacidade de leitura, de interpretação e de avaliação das consequências/impactos (designadamente de enquadramentos jurídicos) como reiteradamente o tem feito o M.E.
A estratégia do Governo por Vós sustentado e apoiado assentou no desprestígio social / degradação da imagem pública do Professor, com suporte na Mentira, na desinformação da opinião pública, no medo e na intimidação, na divisão dos cidadãos deste país e dos próprios professores.
Como é possível vir apelar-se à união dos Portugueses em torno de um objectivo comum, quando aquilo que se fez foi virá-los uns contra os outros. E, que causa comum?:
-o combate às desigualdades sociais? – Não!;
-o combate ao fosso crescente entre os mais ricos e um número crescente de pobres? – Não!
-o combate ao empobrecimento da classe média com as consequências conhecidas ao nível da própria actividade económica? – Não!
-o combate à corrupção, aos clientelismos e à falta de transparência? – Não!;
-o combate ao desemprego e encerramento de pequenas e médias empresas que, de resto, não são apenas de agora? – Não!;
-o combate para serviços de saúde capazes de prestar assistência de qualidade, em tempo oportuno e em condições de dignidade aos portugueses? – Não!;
-o combate para uma Justiça eficaz, célere, acessível à generalidade dos cidadãos e consequentemente justa? – Não!
-o combate a tantas Imoralidades existentes neste país de escassa riqueza? – Não!
– …
O combate central da Política do Governo e, ao que parece, o problema fulcral da Nação é … a Avaliação dos Professores.
A vós, deputados da nação, representantes (por via da Constituição) de todos os cidadãos portugueses:
– NADA vos disse… as concentrações de cem/ cento e vinte mil professores;
– NADA vos disse… a profunda participação dos professores nas duas últimas greves;
– NADA vos disse… os constantes e frequentes problemas que ao longo dos tempos foram equacionados e publicamente divulgados, nomeadamente, por professores;
– NADA vos disse… as reiteradas posições de Escolas e Professores que argumentaram e muitos vos enviaram sucessivos documentos;
– NADA vos disse a mobilização de professores que criaram movimentos/ associações e outras formas de organização sem filiação política ou sindical;
– NADA vos disse… as posições que, por via da actuação dos professores ou seus representantes legais, foram tomadas pela Procuradoria / Provedoria da Justiça;
– Nada vos disse … a posição da Inspecção Geral da Educação no sentido de ser inexequível a sua participação no Processo de Avaliação tal como foi concebido;
– NADA vos disse … a posição do Conselho Científico da Avaliação dos Professores – CCAP (criado “na dependência directa do membro do Governo responsável pela área da educação”) e o seu “não funcionamento”;
– NADA vos disse … a posição do Conselho das Escolas, também criado pelo M.E.;
– NADA vos disse … as petições assinadas e entregues;
– NADA vos diz … as injustiças que têm sido equacionadas;
– NADA vos disse … as palavras com que, em quatro anos, foram “diabolizados” os sindicatos que em matéria laboral ainda são, legalmente, o parceiro negocial do governo;
– NADA vos disse … as posições recentes de Conselhos Executivos, nomeadamente de “Escolas Públicas de Referência” a nível nacional;
-…
– NADA vos disse … Absolutamente NADA!
“A manutenção dos grandes privilégios da classe profissional”, insustentável quando comparada com as outras, foi o argumento que vos satisfez. Pois bem, atrever-me-ia a sugerir-vos uma troca: que, durante um ano, viésseis beneficiar dos meus imensos privilégios e grandes benesses.
“Corporativismo e instrumentalização” foram as palavras que bastaram: a uns para se considerarem donos da razão e a outros para tudo sustentar.
A vós, pouca diferença farão as minhas palavras que continuareis, longe dos problemas e longe das pessoas, sentados nas cadeiras desse parlamento ou em outras a que tereis “direito”: não por competência; não decorrente de qualquer sistema de avaliação; não por mérito especial; não pelo cumprimento dos vossos deveres, nomeadamente na fiscalização continuada, das garantias da legitimidade/ legalidade/ constitucionalidade no tratamento dos cidadãos; não por uma actuação de rigor, de isenção, de imparcialidade e de justiça na apreciação das questões que afligem ou lesam direitos; mas tão só decorrente de um sistema político/parlamentar ultrapassado e distante dos eleitores.
Termino, senhores deputados, com palavras abruptas dirigidas a um órgão que deveria merecer todo o meu respeito: Não nos surpreendamos quando a Europa recuperar e nós (a população) continuarmos cada vez mais na sua cauda. Talvez, Portugal, esteja condenado (há muito/assim continuará e percebe-se porquê) à Mediocridade!
Respeitosamente,
Lisboa, 22 de Janeiro de 2009
Mª João Pires Fernandes
(Cidadã e contribuinte Portuguesa e Professora da Esc. Secundária de Sacavém)

MAIS UM A CAMINHO DAS NOVAS OPORTUNIDADES…

Sabe quem é António Pinto de Sousa?

Ora vejam:

É o novo responsável máximo pelo gabinete de comunicação e imagem do IDT
(Instituto da Droga e Toxicodependência).

Tem competência atribuída para empossar quem quiser,
independentemente da sua qualificação académica e profissional,
para os cargos dirigentes do Instituto,
contrariando os próprios estatutos do IDT.

Ah… já esquecia de dizer o mais importante:
é irmão de José Sócrates.