ISSO ERA O QUE SALAZAR PEDIA

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… ISSO ERA O QUE SALAZAR PEDIA “.

O Governo “não pode agradecer a resignaçã…o a quem sofreu tanto” porque “isso é um insulto” e “era o que [António] Salazar pedia”, disse hoje (23.06.2013) o bispo das Forças Armadas, após missa que juntou militares e governantes em Fátima.

No final da missa oficial da XXXII Peregrinação da Diocese das Forças Armadas e Segurança na qual participaram os ministros da Defesa e da Administração Interna, Aguiar Branco e Miguel Macedo, respetivamente, Januário Torgal Ferreira defendeu que é sempre bom relembrar os ministros sobre o patriotismo.

O bispo das Forças Armadas explicou que durante a homilia procurou frisar que “quando as pessoas desempenham funções importantes para a pátria é importante meditar sobre os valores dessas funções”.
Palavras que disse ter dirigido “aos militares e, com toda a liberdade e todo o respeito, às autoridades civis”.

“Vejo que pessoas que hoje ocupam cargos no Governo são incapazes de dizer ‘pobre’. (…) Temos dois milhões de pobres. Mas, sobretudo pedir, agradecer a resignação a quem sofreu tanto? Eu acho um insulto, Isso era o que Salazar pedia (…) e eu não aceito a resignação em nome da minha cultura cristã e humana”, sublinhou.

D. Januário lembrou que “desde a primeira hora houve gente inteligente, patriótica e fraterna que disse que íamos pelo mau caminho” e legitimou as suas tomadas de posição, salientando que não está a falar de política, mas da doutrina social da Igreja.

“Vejam o caso do Brasil, abram os olhos. O povo quer educação, saúde”, exemplificou, recordando que em Portugal “descascavam todos os meses o salário” aos reformados e os recentes acontecimentos com os professores.

A docência, “como classe, está abandonada. Fizeram muito bem em ir para a greve. Não quiseram prejudicar as crianças. É preferível que um jovem seja prejudicado um dia pela greve do que todos os dias por um sistema público de educação que é um remendo e uma insensatez em muitas coisas”, criticou.

Ainda têm duvida em relação aos aplausos a que a seita teve direito no ultimo sábado  antes da missa do patriarca de Lisboa. Aplausos cedidos pelas altas patentes militares, politicas e da “sacristia”… no tempo de Salazar, também era assim…

Sergio Godinho – “Arranja-me um emprego”


se eu mandasse neles
os teus trabalhadores
seriam uns amores
greves era só
das seis e meia às sete
em frente a um cassetete
primeiro de Maio
só de quinze em quinze anos
feriado em Abril
só no dia dos enganos
e reivindicações
quanto baste ma non troppo
anda, bebe mais um copo
arranja-me um emprego

Fiscalização…

Tenho andado a vaguear de canal, para canal… e as noticias são simplesmente algo intragável.

São papas, cardeais, praia, e opinadores da treta.

Até que houve uma que é equivalente à descoberta da pólvora.

Foram fazer uma acção de fiscalização, com a imprensa atrás,  e descobriram que existem trabalhadores que estão a trabalhar na hotelaria (junto às praias) a recibos verdes… e diz a inspectora que é ilegal porque estes trabalhadores fazem trabalho subordinado a um chefe/patrão.

Tem toda a razão Sra “inspectora”, quer ver isso em mais locais de trabalho? São uns milhares…

Será que a “inspecção do trabalho” aderiu ao trabalho por amostragem, ou andam a embalar o zé povinho?

Carta aberta ao Professor Nuno Crato

João A. Moreira, em 14.06.13

Caro Professor Nuno Crato,

Acredite que é com imenso desgosto que lhe escrevo esta carta aberta.

Habituei-me, durante anos, a ler e a concordar com o muito que foi escrevendo sobre o estado do ensino em Portugal. Dos manuais desadequados à falta de exames capazes de avaliar o real grau de aprendizagem dos alunos; do laxismo instituído à falta de autoridade dos professores; do absoluto desconhecimento do que se passava nas escolas, por parte do Ministério da Educação à permanente falta de materiais e condições nas escolas. Durante anos, também eu me revoltei com a transformação da escola pública em laboratório de experiências por parte de políticos, pedagogos e supostos especialistas em educação. Foi por isso com esperança que me congratulei com a sua nomeação para Ministro da Educação do actual governo.

Por isso, Professor Nuno Crato, me surpreende que, à semelhança dos seu antecessores, não tenha sido capaz de resistir à tentação de transformar os seus colegas de profissão nos maus da fita, mandriões, calaceiros, incapazes de trabalhar míseras 40 horas por semana. Surpreende-me e entristece-me.

Sabe, Professor Nuno Crato, sou filho de professores e durante a minha infância e adolescência habituei-me a compartilhar o meu tempo, os meus livros, os meus cadernos e muitas vezes o meu almoço e o meu lanche, com os milhares de crianças que, ao longo de anos de esforço e dedicação, eles ajudaram a educar pelas aldeias mais recônditas do nosso país. Habituei-me a aguardar pacientemente a sua chegada tardia, os trabalhos para corrigir, as aulas para preparar, para que restasse um pedaço de tempo para uma história, uma conversa, um mimo. Nunca lhes pressenti na expressão uma nota de arrependimento, antes de felicidade, por um trabalho que adoravam fazer e que eu adorava que fizessem. E, não imagina o orgulho que sentia quando nos cruzávamos com muitos dos seus ex-alunos e lhes via no rosto uma expressão doce de eterna gratidão – Se não tivesse sido o Senhor Professor …não sei o que teria sido de mim!

Depois, casei-me com uma professora e voltei a ter de me habituar a compartilhar o meu dia-a-dia, o meu computador, os meus tinteiros, os meus dossiers, o meu papel, as minhas canetas, com milhares de outras crianças e adolescentes. Voltei a ter de me habituar a aguardar a sua chegada tardia, os trabalhos para corrigir, as aulas para preparar. Com a diferença de agora, a tudo isso, se somarem milhares de páginas de legislação para ler, a grande maioria escrita num português que envergonharia os meus pais e grande parte dos seus ex-alunos; dezenas de relatórios para redigir; novas metodologias de ensino para estudar; manuais diferentes de ano para ano para analisar; telefonemas para pais de alunos problemáticos a efectuar; acompanhamento de alunos com dificuldades, reuniões de pais, reuniões de avaliação, reuniões de preparação, reuniões de grupo, assembleias de escola, visitas de estudo, estudo acompanhado, aulas de substituição, vigilância de exames. Confesso que ao longo dos anos, fui conseguindo roubar à escola, um pouco de tempo para mim. Mas, mesmo desse tempo roubado a custo, muito era passado a falar da desmotivação generalizada causada pelo desleixo, pela falta de objectivos, pela ausência de meios, pela violência, pela falta de autoridade, enfim, por tudo aquilo que o Professor Nuno Crato tão bem descrevia nas suas análises.

Durante estes muitos anos a viver com professores, nunca me passou pela cabeça perguntar-lhes quantas horas trabalhavam. Mas, fazendo um esforço de memória, sou capaz de contabilizar os milhares de horas que o seu trabalho para a escola roubou à minha família. Os milhares de refeições em conjunto que não se realizaram, os milhares de conversas que não pudemos ter, os milhares de madrugadas passadas em claro, os milhares de filmes que não vimos juntos, os milhares de musicas que não ouvimos, os milhares de livros que não lemos, os milhares de passeios que não demos.

Não sei se esses milhares e milhares de horas perfazem as tão badaladas 40 horas de trabalho por semana que agora se discutem, mas sei que se fosse professor estaria a favor dessas 40 horas de trabalho semanais, desde que realizadas integralmente na escola, sem nunca mais, ter de trazer trabalho para casa, de gastar uma gota de tinta do tinteiro da minha impressora, de ocupar um byte de memória do meu computador, de usar uma folha da minha resma de papel, de ocupar a minha sala com trabalhos de alunos, de perder as minhas noites, os meus fins-de-semana, os meus dias de descanso com a preparação de aulas, reuniões ou relatórios. Se assim for, pelo menos, numa coisa os professores passarão a ser efectivamente iguais a todos os outros funcionários públicos, que deixam o seu trabalho e os seus problemas laborais na porta de saída da repartição.

Infelizmente não acredito que assim seja e o que acontecerá é que os milhares de professores, mal pagos, mal amados, maltratados, continuarão a acumular às 40h que agora se pretendem instituir, milhares e milhares de horas de trabalho gratuito roubadas às suas famílias, ao seu descanso, ao seu lazer, pelo simples motivo de se orgulharem de ensinar e não permitirem que os mesmos políticos, pedagogos e supostos especialistas em educação instalados no Ministério há anos, destruam a essência da sua profissão.

Caro Professor Nuno Crato, é por isto que os seus colegas de profissão estão em greve e não entender isto é não entender nada sobre educação. Por isso, não se admire se um destes dias forem eles a fazer aquilo que o professor tanto prometeu, mas não teve coragem de cumprir: implodir o Ministério da Educação em defesa da educação em Portugal.

PIRATARIA AO SERVIÇO DO IMPÉRIO

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O caso do avião presidencial boliviano parece ainda mais sinistro do que a princípio. A análise dos tempos sugere que as retiradas de autorização de voo foram efectuadas em momentos cuidadosamente escolhidos: quando o avião já não tinha combustível para voltar para trás e portanto era obrigado a descer, como aconteceu na Áustria – onde a prestimosa polícia austríaca ao serviço do império americano poderia revistá-lo e aprisionar Snowden, se ali estivesse. Este caso sórdido mostra o grau de servilismo e subserviência dos governos de Portugal, França, Espanha, Itália e Áustria. Todos eles, tais como caezinhos amestrados, obedecem a uma só voz: a Voz do Dono – Obama. Não hesitam sequer em romper com todas as normas de direito internacional. Forçar um avião a aterrar tem um nome: é pirataria. A pirataria é crime. Portanto o demissionário ministro português dos Negócios Estrangeiros, P. Portas, participou activamente de um crime.

De alguém que não sei quem…

Acredite quem quiser

Roubado do blog O TEMPO DAS CEREJAS

Exclusivo

«o tempo das cerejas»
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Face a este comunicado e enquanto pessoa por ele visado, só tenho a sublinhar que ele refere três vezes o termo «irrevogável» e nunca refere o líder do CDS pelo seu nome próprio, o que corresponde magnificamente à adesão do CDS à proposta que aí está na barra lateral direita deste blogue (o tempo das cerejas):
Quem quer aderir?
nunca mais escrever “Paulo Portas” e sempre, sempre e sempre só escrever
“O Vice-primeiro ministro irrevogável”

É possível travar a intensificação da exploração e do empobrecimento

A Banca é o coração do capital financeiro, ponto de partida fundamental para a manutenção e intensificação da exploração. A manutenção em funções do actual Governo PSD/CDS activamente ao serviço do capital, constitui um perigo acrescido às condições de vida dos trabalhadores do sector e dos portugueses em geral.

A queda deste governo naturalmente que contribuirá para desanimar os banqueiros, para já, dos seus objectivos mais imediatos quanto á retirada ou diminuição de direitos sociais e laborais onde se inclui a denúncia do ACT a que os restantes bancos subscritores de AE já vinham anunciando a sua adesão às propostas apresentadas no âmbito da Associação Portuguesa de Bancos (APB). Aproveitamos para mais uma vez para referir que as propostas apresentadas pela APB na denúncia do ACT, visam no fundamental retirar direitos conquistados ao longo de várias gerações, reduzindo os salários, eliminando as carreiras profissionais, as diuturnidades e outras importantes matérias que regulam a nossa vida laboral.

A queda do governo dará mais ânimo à luta pela manutenção dos direitos agora em perigo ao mesmo tempo que perspectiva a queda dos impostos para níveis aceitáveis a actualização salarial estagnada desde 2010 e o respeito pela dignidade de quem trabalha.

Com um Governo democrático e patriótico saído de eleições livres é possível uma estruturação do sector que compreenda e garanta algumas funções essenciais de que destacamos: . A captação de recursos junto dos portugueses aforradores e assegurar a sua remuneração;

. O Financiamento e o desenvolvimento da economia nacional; . A garantia aos depositantes, afastando o perigo dos depósitos responderem pelos jogos de casino praticados pelos banqueiros.

Contra a exploração e o empobrecimento
Governo Rua

SINTAF- Sindicato dos Trabalhadores da Actividade Financeira

Estado é fiador da UGT desde 1996

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Por João D’ Espiney
publicado em 4 Jul 2013 – 05:00

Conta geral do Estado de 2012 renova garantia de 2,6 milhões de euros. Central sindical tem quatro empréstimos no valor global de 3 milhões

O Estado anda a conceder há vários anos garantias pessoais de 2,6 milhões de euros a empréstimos bancários contraídos pela UGT. Esta central sindical está a beneficiar destas garantias pelo menos desde o ano 2000, de acordo com os mapas das contas gerais do Estado (CGE). O i não conseguiu apurar nas contas de entre 1997 e 1999 se foram dadas garantias semelhantes, mas uma coisa é certa: em 1996 a UGT recebeu um aval de 600 mil contos (3 milhões de euros), concedido pelo ex-ministro das Finanças António Sousa Franco, para que a central pudesse pagar dívidas. A decisão causou uma grande polémica pois foi assinado pouco dias antes de o então secretário-geral João Proença ter celebrado o Acordo de Concertação Estratégica (ver texto da página ao lado).

i procurou obter esclarecimentos junto da UGT mas tal não foi possível até à hora de fecho desta edição.

Mas de acordo com o Relatório e Contas de 2012, a UGT tem neste momento quatro empréstimos contraídos no valor global de 3 milhões de euros, sendo um deles (à Caixa Geral de Depósitos) de 2,9 milhões de euros. Os restantes são repartidos entre BCP (61,6 mil euros), BES (25,6 mil euros) e BPI (4,5 mil euros).

“SITUAÇÃO MAIS EQUILIBRADA” O Relatório revela ainda que o passivo total era de 3,9 milhões de euros no final de 2012 (menos 104 395 euros que em 2011). Além da dívida bancária, a UGT deve ainda 33 886 euros ao Estado e outros entes públicos (mais 2520 que em 2011) e 19 825 euros a fornecedores (+5930).

A central sindical tinha activos que totalizavam os 7,5 milhões de euros em 2012 (+ 12 585) e fechou o ano com um resultado líquido positivo de 116 979 euros.

“O período findo em 31 de Dezembro de 2012 foi caracterizado pelo reforço de uma gestão cuidada e eficiente no sentido de um equilíbrio de tesouraria, de forma a consolidar a recuperação financeira da UGT”, lê-se no relatório.

No documento que apresentou no último congresso, os responsáveis da central garantem que “neste momento, a situação financeira está mais equilibrada e saudável”.

“A UGT vive das quotizações e o respeito pelos compromissos financeiros assumidos de situações passadas depende do pagamento regular das quotizações, o que nem sempre tem sido efectuado, dados os condicionalismos económicos existentes”, lê-se neste documento.

As quotas representaram 1,1 milhões dos 1,6 milhões de euros de receitas em 2012. Os restantes rendimentos vieram essencialmente de subsídios a projectos e seminários (247 mil euros) e reembolsos de despesas realizadas (73 888) e reembolsos das deslocações à União Europeia (59 798 euros).

Quanto aos custos, o documento refere “os importantes esforços efectuados no pagamento de dívidas relativas à formação profissional passada”, os quais totalizaram “mais de 500 mil euros de 2009 a 2012”. Em 2003, a UGT vendeu a sua sede, em Lisboa, por 2,5 milhões a um fundo de investimento imobiliário do Grupo Espírito Santo precisamente com o objectivo de pagar dívidas.

Apesar de o Processo Fundo Social Europeu ter finalmente chegado ao fim, o fecho de contas de formação profissional 1988/89 continua por regularizar.

Os gastos com pessoal totalizaram os 737 258 euros em 2012, mais 6% que em 2011.

As Armas e o Povo

Este filme retrata o período entre os dias 25 de Abril de 1974 e o Primeiro de Maio. Mostra o movimento militar e a agitação popular nas ruas, tendentes ao desmantelamento do «aparelho social e político do fascismo».
A história faz-nos recuar ao golpe do 28 de Maio de 1926, dando-nos a ver os movimentos que, desde então, contribuíram para que se tornasse possível a Revolução dos Cravos

As Armas e o Povo é um documentário português de longa-metragem, um filme colectivo realizado e produzido pelo Colectivo de Trabalhadores da Actividade Cinematográfica, que levaria à renovação do respectivo sindicato. São ilustrados os primeiros seis dias da Revolução dos Cravos.

O filme estreia no Teatro Rosa Damasceno, em Santarém, em Novembro de 1977.

Ficha técnica

Realização e produção: Colectivo de Trabalhadores da Actividade Cinematográfica
Realizadores:
José Fonseca e Costa
José de Sá Caetano
Eduardo Geada
António Escudeiro
Fernando Lopes
António de Macedo
Glauber Rocha
Alberto Seixas Santos
Artur Semedo
Fernando Matos Silva
João Matos Silva
Manuel Costa e Silva
Luís Galvão Teles
António da Cunha Teles
António Pedro Vasconcelos
Ricardo Costa (cineasta) (imagens do 25 de Abril)
direcção de produção
Henrique Espírito Santo
fotografia
Acácio de Almeida
Elso Roque
Moedas Miguel
Formato: 35 mm cor e p/b
Género: documentário histórico
Duração: 81′
Exteriores: Lisboa
Rodagem: 25 de Abril a 1 de Maio de 1974
Laboratório de imagem: Tobis Portuguesa
Laboratório de som: Valentim de Carvalho
Distribuição: Instituto Português de Cinema
Música
José Afonso e José Mário Branco

Ganham com o zé povinho português, e guardam lá fora

O conjunto de empresas abaixo indicadas mudou a sua sede para Holanda, Luxemburgo, San Marino e outros países, para fugir aos seus deveres de cidadania e, assim, não entregar nos cofres do Estado Português milhões de euros de impostos, na precisa altura em que homens, mulheres e crianças sangram com o peso dos impostos até mais não.

Por outro lado, foi aprovado pela A.R., em tempo oportuno, sem votos contra de nenhum deputado de qualquer partido, da esquerda à direita, um conjunto de normas fiscais onde, por uma divida de IRS, IVA, Imposto Selo, retido e não entregue, de valor igual ou superior a 7.501,00€, o cidadão é acusado de um crime lesa-majestade,
punível com pena de prisão!

Vide legislação: CIRS; CIRC; CIVA; IMPOSTO DE SELO, RGIT / Regime Geral das Infracções Tributárias e Código Penal.

Conclusão:
Não pagando 7.501,00 €, podemos ser acusados de ter praticado um crime contra o Estado e podemos muito bem ir parar à prisão.

Não pagando milhões de milhões de euros de impostos, és recebido pelos PR, PM, Presidente da Assembleia da República, com beijos e abraços e considerado um mecenas.

Vejam esta discriminação vergonhosa: o cidadão comum paga cá com língua de palmo, eles não; estão isentos, por deslocalização. São as imparidades do regime dos ricos.

Relação das empresas que fogem de cá e pagam lá:

• Cimpor – Empresa de produção de cimentos (Os donos são os nossos irmãos brazucas, não gostam nada de pagar impostos cá no burgo, gostam de entregar a colecta lá no centro da Europa.)

• Cofina – empresa de comunicação social , é dona do “Correio da Manhã, o diário desportivo “Record”, “Jornal de Negócios”, os jornais gratuitos “Destak” e “Metro”, a revista de informação “Sábado” bem como outros títulos, entre os quais “TV , Guia”, “Flash!”, “GQ”, e “Automotor”, bem prega Frei Tomás faz o que ele diz, não faça o que ele faz, é gente patriota, só e quando o magano do dinheiro fica em cima da mesa,é que lá se vai o patriotismo)

• Inapa – empresa de distribuição de papel

• Novabase – empresa de informática

• ParaRede – empresa de informática

• Soares da Costa – Empresa de construção civil

• Altri – Empresa de produção papeleira e energético

• Banco Espírito Santo – Empresa de finanças e investimentos (Capitais do Clâ Espirito Santo)

• Banco Português de Investimento – Empresa de finanças e investimentos

• Banif – Empresa de finanças e investimentos

• Brisa – Empresa concessionária de auto-estradas

• EDP – Empresa de produção e distribuição de electricidade ( Capitais Luso/China), até os chineses gostam de não pagar impostos)

• EDP Renováveis – Empresa de produção de energias renováveis (Capitais Luso/China, até os camaradas gostam de fugir aos impostos)

• Galp – Empresa petrolífera e de combustíveis

• Jerónimo Martins -Empresa de grande distribuição maioritariamente distribuição alimentar (Capitais do clâ Soares dos Santos, o homem até comprou por 30 dinheiros o patriota do António Barreto)

• Mota-Engil – Empresa de construção civil (Capitais do clã António da Mota e o CEO é Jorge Coelho, Chief Executive Officer que designa o mais alto cargo executivo, outro grande patriota)

• Portucel – Empresa de comercialização de papeis de alta qualidade

• Portugal Telecom – Empresa de telecomunicações e de multimédia ( Quem manda é o duo Granadeiro/Zeinal Bava, dois grandes portugueses)

• REN – Empresa de geração e de distribuição de electricidade (Luso/Chinesa, quem mandam são os chineses, pessoas de bem, democratas de rija tempera…)

• Semapa – Empresa de produção de cimentos

• Sonae Indústria – Empresa de administração de recursos próprios (Capitais do clã Belmiro de Azevedo, o Miguel Vasconcelos ao pé desta família era um santo homem, e mesmo assim foi morto pela populaça)

• Sonae – Empresa de indústria de matéria-prima, distribuição e venda de alimentos, administração de centros comerciais, turismo construção, telecomunicações, transporte e capitais de risco (Capitais do clã Belmiro de Azevedo, grande apoiante monetário da eleição do actual Presidente da Republica) – diz-me com quem andas, dir-te-ei quem ès!

• Sonaecom – Empresa de comunicação social, telecomunicações, Internet e informática (Capitais do clã Belmiro de Azevedo – é gente com pronuncia do Norte, gente boa, boa gente, em Angola chamam a esta gente os “Bumbas”… )

• ZON – Empresa de distribuição de multimédia (Capitais luso-angolanos do clã José Eduardo dos Santos)

• Media Capital – empresa de comunicação social (Aqui está a TVI , capitais luso/espanhois, bem prega Frei Tomás), detem os seguintes titulos: TVI,TVI24, TVI Internacional, TVI Ficção, TVI, Rádio Comercial, Star FM,Cidade FM,M80.,Best Rock FM,Vodafone FM,Mix FM,Cotonete; Imprensa,Lux,, Lux Woman, Maxmen; Internet, IOL,Portugal Diário,Agência Financeira, MaisFutebol.