Mas será que os trabalhadores não percebem a diferença entre políticas de direita e de esquerda…

Já estou farto de ouvir dizer que não existe diferença entre a direita e a esquerda.

Existe e muita…

A diferença consiste nos valores. Mas também é verdade que existe uma dita esquerda, que de esquerda são só as intenções, quanto ao resto resume-se a politicas de direita.

A isto chama-se socialismo de intenções… e a sede fica no Largo do Rato.

Resumidamente a diferença, é:

Se queremos uma sociedade mais justa, obrigatoriamente percorremos um caminho que nos leva a uma política de esquerda, que assenta numa forma de vida na qual nos preocupamos com quem tem menos do que nós.

Essa preocupação, vai incidir num estado verdadeiramente social no qual deverá existir infra-estruturas que estão habilitadas a “proteger os mais fracos” que hoje serão uns e amanhã poderemos ser nós.


E para existir este tipo de sociedade, a riqueza produzida em determinado pais deve ser distribuída o mais equitativamente possível. Devendo a riqueza produzida servir para evoluir os meios e mecanismos agregados a um determinado estado, que somos todos nós.


O trabalho deverá ter um justo valor, que proporcione ao trabalhador viver a sua vida e ter tempo para a sua família. Resumindo, não deverá ser necessário ter dois e três trabalhos, para sobreviver.


Mas se eu tiver uma postura na qual o que importa é o estatuto social, bons carros, e dinheiro no banco; Obrigatoriamente vou percorrer um caminho que leva a uma política de direita, na qual não me importo com o que o outro tem para comer.

Quero trabalhadores para produzirem a baixo custo, desvalorizando a força do trabalho para eu obter lucros e dinheiro para poder comprar bons carros e boas viagens…

Enquanto isso,
defendo o pagamento de um ordenado mínimo ao trabalhador que não chega para pagar o infantário, a casa, a comida… mas isso não me importa, o que me importa é que esse trabalhador apresente-se no dia seguinte para trabalhar. Caso esse trabalhador adoeça, quero ter a facilidade de o poder despedir e não ter encargos com ele, para de seguida contratar outro, pronto a servir-me a baixo custo.

Ao mesmo tempo, como não sou estúpido, pago bem a meia dúzia de trabalhadores (que se julgam importantes, porque pensam ser importantes) para fazerem o trabalho “sujo”.


Mas se existem apoios sociais, como consigo contratar um trabalhador a preço de escravo?


Não consigo, por isso é preciso acabar com os apoios sociais para ter esses escravos disponíveis para serem escravizados, senão quiserem morrem à fome.


Quanto aos que se julgam importantes, quando estiver farto deles dou-lhes uma recompensa e despacho-os; Arranjando outros servidores, para que os escravos pensem que a gora vai ser melhor, pois os “maus” foram-se embora.


Mas como preciso de enganar a minha consciência, faço caridade dando uns trocos a umas instituições e alimentando uns pobrezinhos uma vez por ano. Depois deduzo essas quantias no IRC.


Neste ponto existe um problema, pequeno, todos os anos preciso de encontrar novos pobrezinhos para dar comida, porque os do ano anterior, entretanto, morreram a fome…


Isto é político de direita…


Uns defendem esta política, porque ganham com a exploração…

Outros defendem este tipo de política, porque estão na expectativa de um dia também ganhar com essa exploração…

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Professores perdem estatuto especial na Função Pública

DEPOIS DIGAM QUE NÃO SABIAM E QUE OS SINDICATOS ESTÃO A EXAGERAR

FAÇAM ALGUMA COISA POR VOCÊS… E JÁ AGORA VEJAM QUAL O SINDICATO QUE LUTA PELOS VOSSOS DIREITOS, DE UMA VEZ POR TODAS (RUI CRUZ)

Más notícias da Dr.ª Isabel Alçada…

Professores perdem estatuto especial na Função Pública As desventuras vêm aí…

«Não sei se este Estatuto da Carreira Docente tem pernas para andar, mas os professores têm pernas para voltar a descer a Avenida da Liberdade», alerta Mário Nogueira, depois de receber do Ministério uma proposta «que nunca tinha estado em cima da mesa» e acaba com os quadros de escola e os concursos de docentes
Professores perdem estatuto especial na Função Pública

«Os sorrisos da ministra já não nos enganam». Mário Nogueira, dirigente da Federação Nacional de Professores (Fenprof) assume a ruptura total com Isabel Alçada, depois de ter recebido do Ministério da Educação uma proposta de Estatuto da Carreira Docente com aspectos «que nunca foram alvo de negociação».

O fim dos concursos de professores e dos quadros de pessoal, assim como a criação da figura da «cedência por interesse público» constantes no documento enviado aos sindicatos são, para Nogueira, alterações inaceitáveis que o Ministério está a fazer de forma ilegal.

«É ilegal, porque de acordo com a lei 23, o Ministério tem de submeter essas matérias à negociação». Ora, apesar de os sindicatos estarem em negociações com o Governo desde Setembro, estas propostas «nunca foram apresentadas à discussão», sublinha o líder da Fenprof.

Mário Nogueira diz que «neste momento, ainda nem sabemos bem quais as consequências do fim dos quadros de escola e da sua substituição por mapas de pessoal». Mas não tem dúvidas quanto às intenções do Governo nesta matéria: «Vai embaratecer os custos com pessoal e aumentar a precariedade».

Na prática, as novas regras vão fazer com que «os contratados entrem apenas para mapas e não para quadros, ou seja, não façam parte da carreira e, por isso, não sejam abrangidos pelas progressões».

Outra consequência será a instabilidade: «Segundo as regras gerais da Função Pública, os mapas de pessoal são definidos anualmente», recorda Nogueira, alertando para a possibilidade de vir a acontecer o mesmo na Educação.

Mas é ao nível do recrutamento e da mobilidade que as mudanças mais se vão fazer sentir. «Acabam os concursos. Os professores não vão poder concorrer para mudar de escola».

Se quiserem mudar de escola, os docentes «vão ter de recorrer à mobilidade interna, que permite estar noutra escola por períodos renováveis de um ano, até ao máximo de quatro».

«Caso contrário, só vão poder mudar quando e se o Ministério quiser, através de uma coisa chamada cedência de interesse público, que nem sabemos bem o que é», critica.
Concursos, requisições, destacamentos e comissões de serviço «deixam de existir».

As novas regras permitem ainda ao Estado colocar funcionários públicos em mobilidade especial a dar aulas. «Depois de termos lutado tanto pela formação de professores, não se percebe como se pode fazer isto», questiona o sindicalista.

Esta terça-feira, a Fenprof pediu ao Ministério «uma reunião com carácter de urgência», mas no sábado o sindicato deverá já pôr em cima da mesa a discussão sobre formas de luta.

«Com papas e bolos se enganam os tolos e esta ministra pensa que nos engana com sorrisos, mas é ela quem está enganada», diz Nogueira, recordando que a proposta de Isabel Alçada vai contra o prometido por Maria de Lurdes Rodrigues «que em 2009 assegurou que as regras da lei 12/A da Função Pública não eram para aplicar na Educação».

DREC gasta 138 mil euros a tapar o sol aos carros

Falta dinheiro para escola com muro que ameaça vida de jovens Houve financiamento para o parque de estacionamento, mas teve dificuldade para arranjar dinheiro para outras obras.

“Não há dinheiro para arranjar o muro da Escola José Falcão, em Coimbra, que ameaça a vida de pessoas, mas há 138 mil euros para tapar o sol aos carros dos funcionários da DREC. Isto é um escândalo e anedótico”, acusam professores e encarregados de educação.

Para a Associação de Pais da Escola Secundária José Falcão (AP/ESJF), de Coimbra, para professores e alunos ouvidos pelo JN e para o Sindicato dos Professores da Região Centro (SPRC), “investir na cobertura de um parque de estacionamento ao ar livre, quando não há dinheiro para recuperar um muro decrépito e perigosíssimo, com cinco a seis metros de altura, na confluência da Rua Henriques Seco com a Avenida D. Afonso Henriques, que está a pôr em risco as pessoas e os carros que por ali passam, é uma “provocação”, um atentado à inteligência”.

Luís Lobo, dirigente do SPRC, disse ao JN que “é lamentável que, ao mesmo tempo que o Governo decide cortar 5,5% dos orçamentos de funcionamento das escolas e que o parque escolar de Coimbra precisava de ter uma intervenção que, por um lado, garantisse a sua conservação e, por outro, resolvesse alguns problemas estruturais das escolas, se assista a este despesismo, apenas para garantir a conservação não de qualquer bem público, mas tão só de bens privados”.

“Espante-se (se ainda alguém se espanta!) o comum dos mortais com os 138 mil euros gastos em coberturas individuais para os automóveis designadamente dos dirigentes da DREC, através de serviço contratado à Ramos Catarino – Arquitectura de Interiores e Construção, Ldª., por ajuste directo!”, afirma Luís Lobo, sublinhando que “depois não há dinheiro! Pois não, a gastar-se desta maneira!”.

“Quanto mais disto haverá?”

O dirigente do SPRC ressalva que “estas são as coisas que vêm à tona!” e lança uma questão: “Quanto mais disto haverá espalhado pelas várias capitanias do Ministério da Educação e de outros organismos do mesmo Governo que imporá tantos sacrifícios aos portugueses neste ano que agora se inicia?”. Ao JN, a presidente da AP/ESJF, Ana Costa, afirmou-se “chocada” com as prioridades e o “desprezo da DREC”:

Jornal de Noticias, de 14.01.2010

Interessantíssimo artigo publicado hoje na VISÃO

Afinal, Cavaco Silva está ainda muito mais enleado nos “negócios” do Polvo BPN do que se imaginava!!!
Não se lembra nem quando nem onde fez a escritura da sua “casinha”, num Lote de 1.600 m2, em Albufeira!!!
Como pode uma pessoa sem memória (será Alzheimer?) ser Presidente da Republica???!!!





Agiotagem…

A reeleição de Cavaco Silva (se ocorrer, espero que não), é mais uma etapa do percurso que os sucessivos governos e presidentes, desde Mário Soares (inclusive), optaram por seguir…

Mário Soares decidiu e iniciou a venda do povo Português aos interesses estrangeiros. Utilizando falsas promessas que infelizmente muitos Zés, do povinho, acreditaram e interiorizaram.

Começando por Mário Soares, acabando em Sócrates… mas mais virão (infelizmente), todos deram cabo dos direitos conquistados pelos trabalhadores Portugueses. Para deste modo, existirem trabalhadores a preço de escravos, mas sem direito a estarem doentes; utilizando o fruto do trabalho desses escravos, para entregarem aos agiotas estrangeiros a titulo de soldo, mas com a descrição de pagamento de juros da divida externa.

A precariedade existente, recibos verdes, trabalho temporário… diminuição dos ordenados (atropelando a constituição mas sem medo porque o tribunal constitucional resume-se a um órgão de nomeação politica, onde predomina os nomeados pelo PS e PSD… que têm que defender os interesses de quem os nomeou), é uma bandeira de vitória do PS e PSD, com a ajuda do CDS, face ao poder instalado mundialmente. Esta foi uma das formas, dos sucessivos governos e presidentes, demonstrarem que são uns servos obedientes aos interesses dos agiotas mundiais.

Cavaco, na sequência de mudar o cheiro… mas o resto manter-se… lá continuou a aplicar e a negociar subsídios da União Europeia (seguindo as pisadas de Mário Soares), para acabar com a produção nacional e as pescas… Sim, vieram subsídios a rodos (só para alguns), para destruir tudo o que era produtivo…

E a Alemanha, entre outros, agradecem…

Actualmente conseguem ultrapassar a “crise” e encher os bolsos aos agiotas; porque, quem quer e precisa, tem que lhes comprar, e ao preço que eles querem…

Entretanto vamos sendo adormecidos com a desculpa que é preciso exportar mais, quando o grande problema é que não temos capacidade de produzir para consumo interno…. E lá se vai o nosso dinheirinho para importar produtos e pagar juros de créditos cedidos, generosamente é claro, por agiotas…

O problema desta crise, é a meia dúzia de agiotas mundiais… da dezena de aprendizes de agiotas, das centenas que sonham ser agiotas, e milhões que gostam de ser servos dos anteriores… à espera que lhe caia uma migalha…

Este Cavaco Silva não tem vergonha… E a escola pública?

Enquanto primeiro-ministro continuou a destruição da escola pública; Como Presidente da Republica assistiu, na bancada central, à continuação da destruição da escola publica…

Ao longo destes anos, os sucessivos governos têm atacado a escola pública, demonstrando intenções de quererem acabar com ela; Em beneficio das escolas privadas.

Não tenho nada contra as escolas privadas, mas quem quer ir para o privado que pague, e deixem o dinheiro público para investir nas escolas públicas, quer em quantidade quer em qualidade…

Se os sucessivos governos tivessem disponibilizado, para o ensino publico, o dinheiro que têm gasto com os privados, a esta hora tínhamos um ensino publico que nada devia ao existente, na maioria, nos países nórdicos.

Verdade, verdadinha…

Se existisse um bom ensino público já ninguém queria ir para as escolas privadas… e lá se ia o negócio lucrativo por água abaixo….

Por isso é preciso dar “cabo” do ensino público, para os “meninos” irem para o privado, e o estado financiar as instituições e os lucros dos seus proprietários.

Se ainda existem escolas públicas com qualidade, isto deve-se à carolice e sacrifício dos professores… professores que têm visto os seus direitos serem roubados, assim como, têm sido enxovalhados na praça pública por aqueles que os deviam defender.

Acho engraçado a preocupação que têm para com os professores do ensino privado; No entanto quando pagam ordenados de miséria a esses professores, e através de recibos verdes, não têm pena deles, nem se importam de saber como é que eles sobrevivem…

Se a escola pública funcionasse em boas condições, estes professores já não precisavam de andarem a ser explorados, pois teriam direito a ensinar com o mínimo de condições de vida e sabiam onde estariam no ano seguinte.

Se assim fosse quem perdia? Só os donos destes colégios privados , que fazem da exploração um negócio. E ainda por cima à conta dos nossos impostos.

Quanto à igreja:

Tenho pena que durante estes anos em que os sucessivos governos têm dado cabo da escola publica, a “Igreja” não se tenha organizado, como no presente, para denunciar e lutar contra a destruição de um bem tão precioso.

Enquanto isso Cavaco Silva, como Presidente da Republica, tem assistido impávido e sereno… mas agora como vão ao bolso dos seus amigos lá vem ele com moralismos… moralismo que não teve quando, como primeiro-ministro e presidente da república, contribuiu com actos e omissões para destruir um bem tão precioso, que é a ESCOLA PUBLICA.