O meu obrigado…

Para todos os que votaram PS, o meu obrigado…

Mas agradeço também a todos aqueles que votaram PSD, CDS e não votaram… pois ambos colaboram e colaboraram para que eu fique mais pobre, e eu já não sabia o que fazer ao dinheiro.

Como agradeço a estes por continuarem a contribuir para quem mais têm continue a pagar menos;

Só assim podemos empurrar a dor de ter riqueza, para aqueles que já muito possuem… muito obrigados a todos…

Como é bom, cada vez mais, ver a rua com sem abrigos, famílias sem terem o que dar aos seus filhos… minha rica comunicação social que todos os dias das-me o prazer de ver a miséria ao natural, pois por ti nada sei…

só sei que é inevitável

http://economico.sapo.pt/noticias/iva-aumenta-para-23_100323.html

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Fazedores de opinião…

A comunicação social que depende dos senhores do dinheiro, presta-se à vassalagem através dos seus fazedores de opinião, bem instruídos e formatados em fazer da mentira uma realidade, em tornar justo o que é criminoso.

Esta vassalagem é demonstrada através de mimos, sobre quem trabalha e é explorado diariamente em prol de quem ganha milhões, paga tostões de impostos e possui mecanismos para sair impune e não pagar impostos sobre lucros obtidos.

Enquanto que os fazedores de opinião não tocam neste tipo de assuntos, e quando tocam é para defender o indefensável, mas é para isto que eles são pagos, são pagos para venderem a sua consciência.

Ao mesmo tempo que existem “toneladas” de precários a trabalharem, por meia dúzia de tostões, nestes meio de comunicação social, e que se abrirem a boca para dizerem verdades, no outro dia estão no desemprego… e muitos sem direito ao subsídio de emprego.

Os meios de comunicação social não tocam nos interesses dos banqueiros e amigos, pois se assim fosse, já não teriam utilidade e deixavam de ser financiados por eles.

Um caso de hipocrisia moral, de vendilhão, e de uma falta enorme de inteligência (pois quanto à esperteza não lhe falta), é um fazedor de opinião que parece chamar-se Henrique Raposo, que escreve no Expresso (gostaria de saber quem é o seu padrinho).

E o último artigo deste senhor que é uma verdadeira fraude intelectual, é sobre cortar nos salários da função pública:

Cortar nos salários da função pública

Todos os países a viver uma situação semelhante à nossa já cortaram nos salários da função pública. Nós precisamos de fazer a mesma coisa. Se não o fizermos, o FMI tratará do assunto.

I. Meus amigos, nós estamos a pagar 6% sobre a nossa dívida. Isto é insustentável. A cada hora (repito: a cada hora), o Estado endivida-se em 2.5 milhões de euros. Isto é insustentável. O governo tem de reduzir a despesa pública, e só há uma forma séria de o fazer: cortar nos salários da função pública. Sem um corte na massa salarial dos funcionários do Estado, será impossível controlar a despesa. Impossível. Acabou a festa, meus amigos. Nós não podemos gastar 15% do PIB só em salários do funcionalismo público. Não podemos. 15 cêntimos de cada euro que v. ganha, caro leitor, são destinados aos salários da função pública. Acha isto justo?

II. O drama de Portugal é este: o Estado endivida-se para abastecer os direitos adquiridos do statu quo, e não para fazer reformas-chave. O problema é que esta dívida enorme que estamos a acumular é apenas para gastos de tesouraria. Perante isto, meus amigos, a primeira coisa a fazer é esta: cortar nos insustentáveis salários da função pública. Se o governo não o fizer (e o PSD e CDS deviam apoiar o PS nesse sentido), o FMI tratará disso no dia em que o Estado não arranjar dinheiro para pagar o 13.º mês aos seus santos funcionários. E esse dia está a chegar.

III. A este respeito, convém reler um artigo de Pedro Maia Gomes (professor na Universidade Carlos III, Madrid), publicado no Expresso de 4 de Setembro. As contas dos privilégios insustentáveis dos funcionários públicos começam assim: “pessoas com características similares recebem mais 16% de salário no sector público”. Depois, os salários da função pública sobem sempre, e nunca estão anexados à produtividade. Numa empresa (i.e., na realidade) aumentos acima da produtividade significam a falência. No Estado, esta prática irracional é conhecida pelo eufemismo de “direitos adquiridos”.

IV. Perante esta realidade, uma redução nos salários da função pública seria sempre uma medida justa, no sentido de atenuar a assimetria entre o público e o privado. Ora, na actual conjuntura, um corte na função pública não é só justo: é igualmente necessário. Segundo Pedro Maia Gomes, um corte de 10% na função pública permitiria reduzir 2 mil milhões de euros por ano na despesa (1.4% do PIB). É aqui que devemos cortar, e não nos apoios sociais como o subsídio de desemprego. Mas repare-se no seguinte: José Sócrates já mexeu em todos os subsídios, mas ainda não mexeu onde devia ter mexido: nos salários da função pública.

PS: Convém lembrar que nos paraísos nórdicos os funcionários públicos têm sempre salários mais baixos do que no sector privado. E é o que faz sentido: porque um trabalhador do estado terá sempre mais segurança do que um trabalhador do sector privado. Mas, em Portugal, os nossos santos funcionários públicos têm o melhor dos dois mundos: salários mais altos e segurança à prova de bala.

Este senhor com este artigo, se pode-se dar este nome a esta coisa, só demonstra pobreza de espírito e uma vassalagem muito grande aos seus donos.

Eis um comentário que foi redigido, por alguém, em resposta a este artigo e que demonstra ser alguém que não é vassalo aos interesses do poder económico, sendo conhecedor da realidade e dos interesses instalados, que estes “capachos” ditos jornalistas fingem desconhecer ou que devido sua mentalidade criminosa, saem em defesa de atitudes e posições que levam milhões a passar fome e a sobreviverem com grandes dificuldades.

Artigo de resposta:

É assim:

Uma crónica aqui, um comentário ali, um “estudo” acolá, um perito conferencia em qualquer lado e, paulatinamente, torna-se uma inevitabilidade “15 cêntimos de cada euro que v. ganha, caro leitor, são destinados aos salários da função pública “ fica-me uma interrogação -quanto pagou ele de impostos? Não sei, não posso saber, há sigilo fiscal, no entanto o meu salário é público. Está disponível na internet e em papel no Diário da República. Sobre esse salário também eu paguei os 15 cêntimos por cada euro que realmente ganhei. Sim, por cada euro que realmente ganhei pois eu não recebo envelopes no final do ano, nem tenho carro da empresa, nem telefone, nem criei uma empresa à qual pertence a minha casa e os meus carros. Não tenho nada, apenas o meu salário que é público, sem sigilo. Ainda hoje lia no jornal que os gestores da REN são obrigados a entregar declaração de rendimentos mas requereram que ela ficasse sigilosa. Porquê ? Porque é o meu ordenado público e o deles não?

Ah os malditos dos funcionários públicos… E as parcerias público-privadas que sugam mais dinheiro que um tornado do Arkansas? E os Magalhães que rapidamente foram encostados? E as SCUT (lembram-se de João Cravinho, o pai delas e grande “combatente contra a corrupção” que, coitado, lá foi trabalhar para o estrangeiro para um bom tacho) criação deste partido que agora acaba com elas. E a Liscont dos contentores, e a Lusoponte de Ferreira do Amaral e agora de Jorge Coelho através da Mota Engil dona da AENOR que era presidida (se calhar ainda é) por Luís Parreirão Gonçalves, presidente também de não sei quantas SCUT, que era secretário de Estado do governo de Guterres que…criou as SCUT e concessionou várias ? E os pareceres jurídicos encomendados a sociedades de advogados e pagos a pesos de ouro? E os 30 milhões de euros pagos à GESCOM do grupo Espírito Santo por intermediação na compra dos submarinos? E..? E..? E…?

E quem paga isso tudo? Os 15 cêntimos sobre todo e cada euro que eu, funcionário público de salário público não sigiloso, recebo. E agora querem que ganhe menos para terem mais dinheiro para mais pareceres, mais comissões, mais parcerias da treta.

E a verdade é só uma, querem que eu passe a ganhar menos mas pagar…bom, pagar vou continuar a pagar o mesmo ou mais.

Será que Henrique Raposo está disposto a mostrar em que carro anda, em que casa mora e sobre quanto pagou impostos?

Eu estou,

Quantos deste gurus estão ?

José Barata Moura Mandatário Nacional de Francisco Lopes

José Barata Moura, Professor Catedrático da Universidade de Lisboa, autor de uma vasta obra no campo da filosofia e militante do PCP, aceitou “honrado” o convite para mandatário nacional da candidatura de Francisco Lopes à Presidência da República.

José Barata Moura é o Mandatário Nacional da Candidatura de Francisco Lopes à Presidência da República.
José Barata Moura, 62 anos, Professor Catedrático da Universidade de Lisboa (Faculdade de Letras, Departamento de Filosofia).

Reitor da Universidade de Lisboa (1998 – 2006).
É Vice-presidente da Internacionale Gesellschaft Hegel-Marx fur dialektisches Denken.
É membro da Academia das Ciências de Lisboa, da Academia Internacional da Cultura e da Academia Pedro Hispano.
Autor de uma vasta obra no campo da Filosofia. Tradutor para português de obras de Hegel, de Marx e de Engels.
A par da carreira académica desenvolveu uma intensa actividade cultural e política como autor e intérprete de canções de intervenção, antes e depois do 25 de Abril. Autor e intérprete também no domínio da canção infantil.
Foi deputado ao Parlamento Europeu (1993 – 1994).

Grande Oficial da Ordem Militar de Santiago da Espada.

É militante do PCP.

Retirado integralmente de http://pcp-minde.blogspot.com/

Mercedes Sosa, Volver a los 17

Mercedes Sosa, “La Negra”, compositora e revolucionária.

“a voz das maiorias silenciosas” , por dar voz na defesa de quem mais precisa.
“Volver a los 17” é mais uma das suas grandes obras musicais, em parceria com Milton Nascimento.

M U I T A M U I T A C L A S S E !

Um homem, voando num balão, dá conta de que está perdido. Avista um homem no chão, baixa o balão e aproxima-se:

– Pode ajudar-me? Fiquei de encontrar-me com um amigo às duas da tarde; já tenho um atraso de mais de meia hora e não sei onde estou…

– Claro que sim! – responde o homem: O senhor está num balão, a uns 20 metros de altura, algures entre as latitudes de 40 e 43 graus Norte e a longitude de 7 e 9 graus Oeste.
– É consultor, não é?
– Sou sim senhor! Como foi que adivinhou?
– Muito fácil: deu-me uma informação tecnicamente correcta, mas inútil na prática. Continuo perdido e vou chegar tarde ao encontro porque não sei o que fazer com a sua informação…

– Ah! Então o senhor é social democrata!

– Sou! Como descobriu?
– Muito fácil: O senhor não sabe onde está, nem para onde ir, assumiu um compromisso que não pode cumprir e está à espera que alguém lhe resolva o problema. Com efeito, está exactamente na mesma situação em que estava antes de me encontrar. Só que agora, por uma estranha razão, a culpa é minha!…

Quando me amei de verdade…

” Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância , eu estava no lugar certo , na hora certa , no momento exacto . E , então , pude relaxar . Hoje sei que isso tem nome…Auto-estima.
Quando me amei de verdade , pude perceber que a minha angústia , meu sofrimento emocional , não passa de um sinal de que estou indo contra as minhas verdades . Hoje sei que isso é…Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento. Hoje chamo a isso…Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive, eu mesmo. Hoje sei que o nome disso é…Respeito.

Quando me amei de verdade, comecei a me livrar de tudo o que não fosse saudável…Pessoas, tarefas , tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo . De início, minha razão chamou essa atitude de egoísmo . Hoje sei que se chama…Amor próprio.

Quando me amei de verdade, deixei de temer meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projectos megalómanos de futuro. Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo. Hoje sei que isso é…Simplicidade.

Quando me amei de verdade, desisti de querer ter sempre razão e, com isso , errei muito menos vezes . Hoje descobri a…Humildade.

Quando me amei de verdade, percebi que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.

Tudo isso é… Saber viver!!!! “

Charlie Chaplin

150.000 postos de trabalho

Tardaram mas estão quase a cumprir…

Quarta-feira, 25 de Agosto de 2010

Uma promessa é uma promessa…

Notícia do «Jornal de Negócios»: Cabras-bombeiro. Portugal e Espanha lançam projecto de 50 milhões para limpar florestas. 150.000 cabras-bombeiro vão andar a pastar em Portugal e Espanha. O projecto, de 50 milhões de euros, visa prevenir os incêndios (…)

Finalmente cumpre-se a promessa eleitoral, antiga, de criação de 150 mil novos postos de trabalho. São medidas como esta que nos ajudam a aumentar a confiança nas instituições e na classe política em geral, e em particcular no Sócrates e Zapatero.