Merecemos o que temos…

Será que esta decisão está de acordo com a aprendizagem incutida nas novas oportunidades?
Sendo penhorado 1/6 do vencimento, o executado, alegando dificuldades económicas requereu isenção de penhora.
O Tribunal aderindo à boa vontade cristã e de verdadeira esquerda, tipo Socrátes, resolveu reduziu a penhora de 1/6 para 1/5 !!!
Tal como a maioria que não sabe fazer contas, agradece e fica todo contente, dizendo mais vale isto do que pior…
Desde quando é que 1/5 é menor que 1/6 ????
Mas enfim, isto é o reflexo do que se passa neste “bonito” Pais, onde reina a ignorância…

GANDAS OPORTUNIDADES

Tudo é possível fazer… desde que tenha-se as pessoas certas, com a sensibilidade adequada.

Como acontece agora com um governo, apelidado de esquerda, em que a forma de levarem as pessoas a acreditar em si e nas suas politicas é levarem as estatísticas ao patamar de um “Deus”; Os tais que se habituaram a ouvir e a seguir divulgar, os tais que não fazem questão de aprenderem o que é o pensamento e o raciocínio, e têm repugnância por quem faça com que estes estejam sempre, permanente, presentes na sua vida.

As estatísticas dão, no que dão; Como empresas que a maioria passa fome, mas como os quadro dirigentes e da administração ganham balúrdios, estatisticamente aquela empresa paga ordenados acima da média.

Um caso flagrante é a educação, não importa que saibam, importa sim é que haja muita gente com o 12ª ano e etc…, a fim de constar-mos como um dos povos mais “evoluídos”.

A VERGONHA É QUE ACTUALMENTE A “SABEDORIA “ DE UM 12ª ANO OU CURSO SUPERIOR É MENOR DO QUE MUITOS QUE TÊM A ANTIGA 4ª CLASSE

MAS ISSO NÃO INTERESSA PARA AS ESTATISTICAS

AS ESTATISTICAS NÃO PRECISAM DE CULTURA E SABEDORIA, PRECISAM SIM, DE NUMEROS GRANDES NUMEROS

Infelizmente estamos inseridos numa sociedade, em que cada vez mais, se faz culto do individualismo para sobreviver.
Este individualismo faz parte dos livros, mas só daqueles que fazem da política neoliberal a única forma de ter sucesso na vida, claro que este conceito de sucesso vale o que vale, no entanto é o conceito que é mais ensinado.
Tudo na vida deve ser ponderado e sentido, resumindo, devemos ver e não simplesmente olhar.

CINCO LIÇÕES SOBRE COMO TRATAR AS PESSOAS

1 – Primeira lição importante – Senhora da limpeza

Durante o meu segundo ano no ensino superior, o nosso professor deu-nos um teste.
Eu era um aluno consciente e respondi rapidamente a todas as questões até ler a última:

“Qual é o nome da mulher que faz a limpeza na escola?”
Isto só podia ser uma brincadeira. Eu tinha visto a mulher da limpeza inúmeras vezes.
Ela era alta, cabelo escuro, à volta dos 50 anos, mas como poderia eu saber o nome dela?
Eu entreguei o meu teste, deixando em branco a última questão. Mesmo antes da aula terminar, um dos estudantes perguntou se a última questão contava para nota.

“Absolutamente,” respondeu o professor. “Nas vossas carreiras irão encontrar muitas pessoas. Todas são significativas. Elas merecem a vossa atenção e cuidado, mesmo que tudo o que vocês façam seja sorrir e dizer ‘olá’.”

Nunca esquecerei aquela lição. Também aprendi que o nome da senhora era Dorothy.

2. – Segunda lição importante – Boleia na chuva

Uma noite, pelas 11:30 p.m., uma mulher de origem Africana, estava apeada numa autoestrada do Alabama, a tentar aguentar uma valente chuva torrencial. O carro dela tinha avariado e ela precisava desesperadamente de uma boleia.
Completamente encharcada, ela decidiu fazer stop ao carro que se aproximava. Um jovem, branco, decidiu ajudá-la, apesar de isto ser uma attitude de bravado naqueles dias de racismo (década de 60). O homem levou-a até um lugar seguro, ajudou-a a resolver a sua situação e arranjou-lhe um taxi.

Ela parecia estar com muita pressa, mas mesmo assim tomou nota da morada do jovem e agradeceu-lhe.
Uma semana mais tarde batiam à porta do jovem. Para sua surpresa, uma televisão de ecrãn panorâmico era-lhe entregue à porta. Um cartão de agradecimento acompanhava a televisão.

Dizia:
“Muito obrigado por me ajudar na autoestrada na outra noite. A chuva não só encharcou a minha roupa, como o meu espírito. Foi então que você apareceu. Por causa de si consegui chegar ao meu marido antes de ele falecer. Que Deus o abençoe por me ter ajudado e ter servido outros de maneira tão altruísta.
Com sinceredidade,
Mrs. Nat King Cole.”

3 – Terceira lição importante – Lembra-te sempre daqueles que servem

Nos dias em que um gelado custava muito menos do que hoje, um rapazinho de 10 anos entrou no café de um hotel e sentou-se a uma mesa. Uma empregada de mesa trouxe-lhe um copo de água.

“Quanto custa um gelado de taça?” perguntou o rapazinho.
“Cinquenta cêntimos,” respondeu a empregada.

O rapazinho tirou do bolso uma mão cheia de moedas e contou-as.
“Bem, quanto custa um gelado simples?” perguntou ele.
A esta altura já mais pessoas estavam à espera de uma mesa e a empregada começava a ficar impaciente.

“Trinta e cinco cêntimos,” respondeu ela com brusquidão.

O rapazinho contou novamente as suas moedas.

“Vou querer o gelado simples.” Respondeu ele.

A empregada trouxe o gelado, colocou a conta encima da mesa, recebeu o dinheiro do rapazinho e afastou-se.
O rapazinho terminou o seu gelado e foi-se embora.
Quando a empregada foi levantar a mesa começou a chorar. Encima da mesa, colocado delicadamente ao lado da conta, estavam 3 moedas de cinco cêntimos…

Não sei se está a ver, ele não podia comer o gelado cremoso porque queria ter dinheiro suficiente para deixar uma gorjeta à empregada.

4 – Quarta lição importante – O obstáculo no nosso caminho

Em tempos antigos, um rei mandou colocar um enorme pedregulho num caminho. Depois escondeu-se e ficou a ver se alguém retirava a enorme pedra. Alguns dos comerciantes mais ricos do Rei passaram e simplesmente se afastaram da pedra, contornando-a. Alguns culpavam em alta voz o Rei por não manter os caminhos limpos. Mas nenhum fez nada para afastar a pedra do caminho.

Apareceu então um camponês, carregando um molho de vegetais. Ao aproximar-se do pedregulho, o camponês colocou o seu fardo no solo e tentou deslocar a pedra para a berma do caminho. Depois de muito empurrar, finalmente conseguiu. O camponês voltou a colocar os vegetais ás costas e só depois reparou num porta-moedas no sitio onde antes estivera a enorme pedra.

O porta-moedas continha muitas moedas de ouro e uma nota a explicar que o ouro era para aquele que retirasse a pedra do caminho. O camponês aprendeu aquilo que muitos de nós nunca compreendem!

Cada obstáculo apresenta uma oportunidade para melhorar a nossa situação.

5 – Quinta lição importante – Dar quando conta

Muitos anos atrás, quando eu trabalhava como voluntário num hospital, conheci uma pequena menina chamada Liz, que sofria de uma doença rara e muito grave. A sua única hipótese de salvamento parecia ser uma transfusão de sangue do irmão mais novo, de cinco anos, que já tinha tido o mesmo problema e sobrevivido milagrosamente, desenvolvendo anticorpos necessários para a combater. O médico explicou-lhe a situação da irmã e peguntou-lhe se ele estaria disponível para dar o seu sangue à sua irmã.

Eu vi-o a hesitar por uns instantes, antes de respirar fundo e dizer “sim, eu faço-o se isso a salvar.”
À medida que a transfusão ía correndo, ele mantinha-se deitado ao lado da sua irmã, sorrindo. Todos nós sorríamos, vendo a cor a regressar à face da menina. Foi então que o menino começou a ficar pálido e o seu sorriso a desaparecer.

Ele olhou para o médico e perguntou-lhe, com a voz a tremer, “Será que eu começo a morrer já?”.

Sendo muito jovem, o menino não compreendeu o médico; ele pensou que teria que dar todo o seu sangue à irmã para a poder salvar.

Elogio dos "Porcos"

Um agricultor coleccionava cavalos e só lhe faltava uma determinada raça.

Um dia ele descobriu que o seu vizinho tinha esse determinado cavalo e atazanou-o até conseguir comprá-lo.
Um mês depois o cavalo adoeceu, e ele chamou o veterinário:

– Bem, o seu cavalo está com uma virose, é preciso tomar este medicamento durante 3 dias, no terceiro dia eu retornarei e, caso ele não esteja melhor, será necessário sacrificá-lo.

Alí perto, o porco escutava a conversa toda…

No dia seguinte deram o medicamento e foram-se embora. O porco aproximou-se do cavalo e disse:

– Força amigo! Levanta-te daí, senão serás sacrificado!!!

No segundo dia, deram-lhe o medicamento e foram-se embora. O porco aproximou-se do cavalo e disse:

– Vamos lá amigo, levanta-te senão vais morrer!
– Vamos lá, eu ajudo-te a levantar… Upa! Um, dois, três.

No terceiro dia deram-lhe o medicamento e o veterinário disse:
– Infelizmente, vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a virose pode contaminar os outros cavalos.

– Quando se foram embora, o porco aproximou-se do cavalo e disse:
– É agora ou nunca, levanta-te depressa! Coragem! Upa! Upa!
Isso, devagar! Óptimo, vamos, um, dois, três, agora mais depressa, vá…
Fantástico! Corre, corre mais! Upa! Upa! Upa!!! Tu venceste, Campeão!!!

Então, de repente o dono chegou, viu o cavalo a correr no campo e gritou:
– Milagre!!! O cavalo melhorou! Isto merece uma festa… para comemorar “Vamos matar o porco!!!”

Reflexão:

Isto acontece com frequência no ambiente de trabalho e na vida também.
Dificilmente se percebe quem é o funcionário que tem o mérito pelo sucesso, por isso saber viver sem ser reconhecido é uma arte.
Se algum dia, alguém lhe disser que o seu trabalho não é de um profissional, lembra-te: “Amadores construíram a Arca de Noé e os profissionais, construíram o Titanic”.

“Procure ser uma pessoa de valor, em vez de uma pessoa de sucesso”.