” Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância , eu estava no lugar certo , na hora certa , no momento exacto . E , então , pude relaxar . Hoje sei que isso tem nome…Auto-estima .

Quando me amei de verdade , pude perceber que a minha angústia , meu sofrimento emocional , não passa de um sinal de que estou indo contra as minhas verdades . Hoje sei que isso é…Autenticidade. Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento. Hoje chamo a isso…Amadurecimento.

Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive, eu mesmo. Hoje sei que o nome disso é…Respeito.

Quando me amei de verdade, comecei a me livrar de tudo o que não fosse saudável…Pessoas, tarefas , tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo . De início, minha razão chamou essa atitude de egoísmo . Hoje sei que se chama…Amor próprio.

Quando me amei de verdade, deixei de temer meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projectos megalómanos de futuro. Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo. Hoje sei que isso é…Simplicidade.

Quando me amei de verdade, desisti de querer ter sempre razão e, com isso , errei muito menos vezes . Hoje descobri a…Humildade.

Quando me amei de verdade, percebi que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada. Tudo isso é… Saber viver!!!! “

Charlie Chaplin

REFORMAS COM A GRAÇA DE DEUS!

Património: Sacerdote é membro do Conselho económico e social Padre Melícias tem reforma de 7.450 euros. O padre Vítor Melícias, ex-alto comissário para Timor-Leste e ex-presidente do Montepio Geral, declarou ao Tribunal Constitucional, como membro do Conselho Económico e Social (CES), um rendimento anual de pensões de 104 301 euros. Em 14 meses, o sacerdote, que prestou um voto de obediência à Ordem dos Franciscanos, tem uma pensão mensal de 7450 euros. O valor desta aposentação resulta, segundo disse ao CM Vítor Melícias, da “remuneração acima da média” auferida em vários cargos. <span style="color: rgb(0, 204, 204);font-family:trebuchet ms;"
>Correio da manhã – 19.03.2009 <span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold;font-family:trebuchet ms;"

>AQUI ESTÁ UM VOTO DE POBREZA DE UM FRANCISCANO!

RECORDANDO

“Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas; um povo em catalepsia ambulante, não se lembrando nem donde vem, nem onde está, nem para onde vai; um povo, enfim, que eu adoro, porque sofre e é bom, e guarda ainda na noite da sua inconsciência como que um lampejo misterioso da alma nacional, reflexo de astro em silêncio escuro de lagoa morta (…)

Uma burguesia, cívica e politicamente corrupta ate à medula, não descriminando já o bem do mal, sem palavras, sem vergonha, sem carácter, havendo homens que, honrados (?) na vida intima, descambam na vida publica em pantomineiros e sevandijas, capazes de toda a veniaga e toda a infâmia, da mentira a falsificação, da violência ao roubo, donde provém que na politica portuguesa sucedam, entre a indiferença geral, escândalos monstruosos, absolutamente inverosímeis no Limoeiro (…)

Um poder legislativo, esfregão de cozinha do executivo; este criado de quarto do moderador; e este, finalmente, tornado absoluto pela abdicação unânime do pais, e exercido ao acaso da herança, pelo primeiro que sai dum ventre – como da roda duma lotaria. A justiça ao arbítrio da Politica, torcendo-lhe a vara ao ponto de fazer dela saca-rolhas;

Dois partidos (…), sem ideias, sem planos, sem convicções, incapazes (…) vivendo ambos do mesmo utilitarismo céptico e pervertido, análogos nas palavras, idênticos nos actos, iguais um ao outro como duas metades do mesmo zero, e não se amalgamando e fundindo, apesar disso, pela razão que alguém deu no parlamento, de não caberem todos duma vez na mesma sala de jantar (…)”

Guerra Junqueiro, in “Pátria”, (1896)

Calai-vos que pode o povo querer um mundo novo a sério
Embora os meus olhos sejam
os mais pequenos do mundo
o que importa é que eles vejam
o que os homens são no fundo

Que importa perder a vida
na luta contra a traição
se a razão mesmo vencida
não deixa de ser razão

Vós que lá do vosso império
prometeis um mundo novo
calai-vos que pode o povo
querer um mundo novo a sério

Eu não tenho vistas largas
nem grande sabedoria
mas dão-me as horas amargas
lições de filosofia

Música de Francisco Fanhais
Quadras de António Aleixo

Ser Sportinguista…

No seguimento do grande jogo… tive direito a prendas de muitos amigos, dentro de todas esta foi a que mais gostei…
Não preocupo-me muito com o estado do Futebol, pois sei, no dia em que o futebol acabar existe uma revolução, e os partidos que têm governado este Pais, não estão interessados em uma revolução;
Logo para o Futebol, assim como para os Banqueiros, haverá sempre €€€€€€, os governos nunca vão deixar que caiam na “banca rota”…

o estado estará sempre disponível para ajudar…